Mensagens Fevereiro de 2022
02.02.2022 Mensagem de Eurípedes Barsanulfo
Saudações a todos vós, saudações a todos nós que aqui estamos. Reinam entre nós seres da mesma natureza espiritual. Bem-vindos mais uma vez.
Que possamos nós realizar esta obra no interior deste Portal da Vivificação, todos nós, já que todos nós aqui estarmos e reinarmos faz parte de um inusitado sempre, o inusitado da natureza humana em expressão, seja qual for.
Aqui neste reino, no interior deste Portal da Vivificação – Pleito Ecumênico da Verdade –, aquilo que reina entre nós, será por si mesmo retido aqui e teremos uma vigilância maior; por natureza nossa estaremos vigilantes. Isso quer dizer que estarmos vigilantes significa que a nossa atenção poderá cada vez mais estar em plenitude, a nossa atenção não subdividida como é em todo o mundo em que viveis, que tão acostumados fostes, estais e sereis. Vigilantes: atenção por natureza sem nenhum esforço no interior desta regência e desta predisposição. Esta vigilância, esta atenção predileta entre todos nós aqui faz o prodígio em si mesmo; não arquitetamos o prodígio. O prodígio para nós e por nós basta que a atenção esteja para tal. Esse prodígio de atenção, de vigilância por natureza faz o prodígio Crístico, aquele enunciado Crístico: “Fazei de vós a síntese, o eixo maior possível!”. Desse eixo maior possível, desta vigilância, estamos sob o auspício que sempre tivemos do Pai.
Algo intrigante trataremos agora: o Pai. Poderíamos dizer que existe um Pai que nos faz muito mais longe que todas as lonjuras do mundo. O Pai, quando expressando-Se, quando exteriorizando-Se em todas as plataformas possíveis da vida, do que rege a vida em todas as regências, está no interior delas, de absolutamente de tudo, da menor à maior parte. O que seria a menor parte em nós? A atômica, celular e todo esse celular em todos os aspectos e regências em que estas células ou esses átomos vibram têm uma inteligência própria, já que cada órgão tem a sua inteligência própria; cada órgão de nós, este órgão como encarnados que sois, mas em fundamento é o espírito que sois. Que junção é essa que fez a particularidade da natureza humana em espírito fazer uma expressão coletiva onde viveis de tal forma? A plataforma é esta: o Pai, Deus Todo Poderoso não está longínquo, está equidistante de toda a criação, em todos os reinos, em tudo o que é possível de a vida proceder, de fazer-se existir, do minúsculo ao maiúsculo.
Quer dizer que quando oramos, será que oramos a um Pai muito longínquo que, por acaso, pode olhar ou não olhar por nós? A confecção nossa não poderia ser diferente, já que aquilo que faz a potência de realizar uma célula se multiplicar é divina. Não está no cálculo de nosso raciocínio, da metafísica, nem da procedência da religiosidade – é em si mesma.
Poderíamos realizar e ativar uma célula e fazê-la se multiplicar? Onde está aquilo que falsamente entendemos por nós, que somos aquilo que faz o proceder, o que gera, o que cria, o que mantém? De onde podemos tirar isso? Se toda a ciência do mundo não faz proceder a capacidade de criar um átomo nem de criar uma célula, nem de criar todos os elementos que fazem a vida e nem o procedimento dessa, então, há algo que há realiza.
Naquele que é pródigo que discute o Pai Deus Todo Poderoso, qualquer um que seja nesta terra e que pode dentro do que é gerado, criado e mantido inteligenciar e tudo aquilo que temos em nós, que se faz a natureza humana, faz-se um átomo, um organismo, faz mudar uma rotação de um planeta, faz interagir no interior de todo o cosmo, no interior e no exterior desse.
O que aconteceu conosco que nos distanciamos tanto que criamos uma célula própria como um capacete que entendemos que no interior desse capacete nós nos realizamos, nós temos o poderio da concepção e da geração de realizar outra vida? Será que temos a capacidade de trazer por nós mesmos um espermatozoide ou um óvulo que vão gerar a vida e os alimentos que entram para nós e que se transformam em alimento para o feto e depois para nós mesmos que fomos tudo isso?
O Portal da Vivificação não entende que possa trazer algo novo, apenas elucidar que toda essa antiguidade e todo esse recente, faz parte de algo que nos mantém, cria e gera continuamente, mas esse continuamente faz com que continuamente gere, conceba e mantenha cada partícula da vida, da morte e do que transmuta a morte, cada partícula que gera e que faz gerar e manter o nosso espírito. Do espírito quer dizer que há algo mais rarefeito possível que em todos os percursos nesta terra, em toda a sua progressão, passando de corpos em corpos é gerado, mantido e a eternidade que tratamos é pouco; porque a eternidade tem um número, algo mais do que eterno, porque o eterno para nós é um número, é um conceito, é algo que entendemos que é eterno.
Que tal que além da eternidade cada partícula nossa que é gerada, mantida e criada não termina com a morte, já que a morte dentro desse reino da criação faz parte, decompõe e tudo que está neste reino fica neste reino? O que não se decompõe?
A soberania em princípio, em primeiríssimo lugar de tudo em que aqui reinamos, é dizer para todos vós algo de que apenas estamos esquecidos: em fundamentos sois aquiescência, a maior de todas as possibilidades, sois do reino da natureza humana espiritual que cumpre um papel de revelar-se até o ponto em que a revelação já estava intrínseca em nós mesmos. Apenas criamos um espaço separado do reino principal e tornamo-nos separados. A capacidade que temos, dentro da natureza humana espiritual, é até de realizar isso; temos um capacete que somos nós como pessoas nesta terra. Quer dizer que toda a criação em si mesma não inteligencia e nem tem a capacidade de trazer à luz um inseto, um cão e todos os demais desta natureza; do minúsculo ao maiúsculo não estão por revelar-se, estão na magnitude máxima de realizar a obra em si mesma do que é criado, gerado e mantido sem nenhuma discussão. Não se discute, faz-se, vive-se.
Dentro de nosso gênero humano nós temos a capacidade de exercitar o que quisermos, inclusive a dúvida, inclusive podermos dar o nosso depoimento a qualquer um, de qualquer forma, de qualquer sentido, sendo que o princípio que podemos dar a cada um poderá de um mesmo tema ser totalmente distinto. Como é um tema em que nada é discutível?
Meus irmãos, como irmãos queremos dizer que em fundamento somos irmãos, não como pessoas, somos irmãos em fundamento, em espírito; somos irmãos na matriz da criação de uma antiguidade absoluta e absurda. Quando entendemos que somos irmãos pelo capacete que nós temos podemos estar enganados; podemos entender sobre a nossa criação pelo que entendemos por criação, podemos entender de filhos e os filhos entenderem dos pais, dos seus vizinhos, da grande vizinhança e da grande vizinhança de toda esta civilização. A discussão nos tornou algo à parte da criação, então, vagamos vivos mortos; no civilizatório vagamos como pessoas; perdemos o eixo da ancestralidade, da originalidade. Onde estiverdes que estejais revelados disso.
Dos seres que estão muito próximos de vós ou que estão um pouco distantes, de todo o feitio que desejam para tal, todos os que estão próximos de vós são amigos, são irmãos, são filhos, são pais, apenas originalmente em espírito; de outra forma, é tão passageiro que nem entendemos, quando vemos, nem foi, já se encerrou.
Sabeis quantos estão neste Portal da Vivificação na mesma qualidade e na mesma percepção de nós? Alguns milhares e isso nos importa muito porque como estes milhares, daqui a pouco seremos nós que estaremos lá. Todos terão o seu desígnio e terão o flash da revelação donde estiveram, como estiveram, dos enganos que tiveram e aquilo que puderam iluminar ou escurecer. Esse é o flagrante da vida, meus queridos irmãos.
Se entendemos apenas que temos muitas necessidades, inclusive as necessidades mais simples e naturais, que são curar o nosso corpo, curar a nossa alma, curar os nossos sentimentos, curar aquilo que nos maltrata e nem sabemos o que nos maltrata, que traz os ensejos da vida que caminhamos que parece que está escuro, entendemos também, que neste grande civilizatório em cada esquina foi feito para nós e nós pagamos o feitio deste civilizatório inteiro com aquilo que adentra a nós e isso tira o maior imposto que é possível: o imposto do pagamento dos recursos divinos em nós. Não tem imposto maior do que esse, mas esse imposto, recordando, em cada esquina está aquilo do proveito que tira e que precisamos, em todos os feitios e ficamos satisfeitos. Ficamos em agradecimento por todo este civilizatório dar tudo o que dá para nós: medicamentos e alimentos desde que trabalhemos muito; dá ruas, travessas, praças, iluminação e toda a tecnologia possível para nos transportarmos a qualquer hora que quisermos de um canto para outro, mas sempre será o mesmo capacete que se senta em tudo. Esse capacete, dia e noite, em algum ponto distante da originalidade de Deus está em nós, somos algo à parte prosseguindo, querendo, desejando, satisfazendo-nos como podemos; entendemos que temos metas nesta vida e que temos que cumpri-las.
Neste reduto, que possamos todos nós estar em vigilância, quer dizer, o vigilante coloca toda a atenção naquilo que vigia, total atenção. Isso quer dizer para nós, no interior deste Portal da Vivificação, que tratamos que estamos presentes.
Recordai todos vós, onde estareis presentes daqui a pouco lá fora?
Na possibilidade desta potência reunida deste recurso divino que está em tudo e que é superior a absolutamente tudo e o retorno e a reconexão com o Pai que é tudo em tudo é o prodígio Crístico. É o que Cristo enfatizou, mas quando Cristo enfatizou estava com os seus semelhantes, todos, não com as pessoas que estavam perto ou longe ou todos os bilhões que estão como seres espirituais. A sua luz, o seu verbo, a sua manifestação e tudo o que Ele pode trazer através do Evangelho era do espírito para o espírito, já que Cristo viu o espírito, este espírito caminhante aqui tão significante, um trajeto onde podemos nos devotar absolutamente, como devotam-se, e devotaram-se no passado ao complexo de vigência externa daquilo que interessa; entre nós agora nessa presença tudo está ativado.
Deus em nós é do minúsculo ao maiúsculo, do átomo às células; a inteligência das células realizando tudo por vós, todos os setores; naquilo que podemos não entender que seja físico, o extrafísico. O extrafísico faz o físico e o espírito pode recepcionar as irradiações, as múltiplas irradiações, faz as vibrações e faz por último aquilo que entendemos que é o nosso corpo carnal, que entendemos que somos nós; faz irradiar e faz aquilo que é mais quintessenciado possível que é a inteligência. Do quintessenciado, inteligência, a inteligência quintessenciada, inteligência cósmica, de toda a possibilidade do que é cósmico, do visível a um pouco mais invisível até tornar-se todo o universo invisível; tudo ao mesmo tempo. Quanto nos distanciamos dessa origem de que ficamos algo separados? Nesse algo separado que ficamos não existe totalidade. Existe algo separado que ficou semideus. Como um semideus pode ser semideus se o Deus nele o realiza em tudo?
Neste aparte onde não há nenhum esforço, neste aparte desta presença que não há nenhum esforço, já que a presença é a vigilância a nossa atenção vale uma pedra preciosa que pode se dividir em milhares de pedrinhas preciosas. Dividindo-se não é mais uma pedra preciosa; multiplica-se neste existencial externo. Se reunidas todas, aquilo que vai para todo lado vai ter a nossa frente uma pedra preciosa: a nossa vigilância, a nossa atenção. Para onde está indo essa pedra preciosa?
Fazemos um percurso todas as vezes e todos que aqui se manifestam nesta presença em que aqui reinamos, traz algo por si mesmos: um descanso sem nenhum esforço de querermos descansar, nenhuma prática de descansar, nenhuma técnica de descansar. Quer dizer que a presença e o descanso fazem parte de nosso reino por natureza. Tudo o que é contrário a isso é porque nos afastamos tanto que essa pedra preciosa desapareceu e ficamos ricos no mundo
Por natureza neste descanso em que aqui reinamos sem nenhum esforço, esse chama por si; quando um grande descanso acontece que ficamos gratos, o retorno começa acontecer do esquecimento profundo do capacete que somos até o ponto onde existe algo por natureza que é de nosso reino natural: presença, descanso, gratidão e estamos retornando. Quando temos gratidão, temos vontade de olhar para cima.
Tende a gratidão na totalidade vossa aqui, porque todo o reino de Deus está em nós.
A gratidão da nossa totalidade está até que nossas unhas estão gratas; saímos do capacete e começamos a nos reintegrar.
Aqui, neste Portal da Vivificação, apenas o feitio desse dentro da lei é trazer esta possibilidade mínima e insignificante de simplesmente estarmos vigilantes, de simplesmente estarmos em presença, em gratidão.
Neste feitio de retorno, quando saímos do capacete nesta totalidade entramos em oração por natureza. O feitio da oração é por nós, está em nós, faz-se por si mesmo.
Há algo que muitas ou quase todas as vezes é muito mal-entendido, muito mal revelado que é: Senhor, habitai-me; não é um Senhor, por favor, habitai-me! O Senhor, habita-me! De outra forma, não seríamos. O Senhor, habita-me! Não é Senhor, habitai-me; se Ele me habita, como vou pedir que venha habitar-me? Ele habita na capacidade de gerar tudo da possibilidade de estarmos vivos. Se Ele habita, Ele também é inteligência, Ele também é tudo aquilo que faz de nós todas as qualidades possíveis, que são muitas.
A capacidade que temos dentro da fé, dentro daquilo que tratamos como amorosidade não é o amor que entendemos, que damos ou recebemos, a amorosidade é um estado natural onde a corrente da vida está dando certo. A amorosidade é um plano imenso, é um lugar imenso. Quando muitos seres estão dentro dessa amorosidade, a amorosidade está por eles e para eles no eixo de que são filhos de Deus, queiram ou não queiram.
Não há uma distinção maior ou menor; a amorosidade indica que no pleito da vida, em essência é natural como a paz, como a bem-aventurança, como saber que se está em casa.
Neste reino não há algo que exija qualquer esforço, neste reino estamos propícios a recepcionar dentro deste mistério insondável o que é para cada um nesta vida, o que de verdade precisa, em que canto precisa, em que canto escondido está em nós que faz as dores externas, que faz a dor do corpo, que faz a dor do órgão, que faz a dor daquilo que está molestado em nossos sentimentos. Que canto nosso produz isso? Nesse canto que produz isso podemos recepcionar o que é de verdade para nós. Não de caridade para nós, de verdade para nós, de nosso direito. Recepcionai sem esforço. Está vindo para vós, então, vigilantes, com atenção exata estais em presença. Em presença, não estamos daqui para lá que nenhum medicamento consegue entrar naquele canto que nós precisamos, que vai dar um alívio que nem sabemos de onde vem e tirará a aflição; este alívio poderá ter uma voz para nós: onde está a vossa atenção? Como gerastes em vós que sois superiores a algo ou a alguém?
Só há uma superioridade e uma inferioridade neste mundo: estando esquecidos ficamos pessoas diferentes; edifica-se que umas pessoas são superiores e outras inferiores. No reino principal não há sequer nenhum inseto que seja superior, já que faz parte do reino do Pai, um reino inteiro.
Naquele canto, como uma pedra no sapato que dá dor nos pés, dá dor nos joelhos, dá dor nos rins, dor em cima e embaixo; na pedra do sapato simplesmente recepcionai uma pinça que retira a pedra e tudo vai melhorar.
Neste bem-estar sagrado, neste oceano entre nós é para que tenhais um lugar mínimo o suficiente que retenha os dons divinos de vós mesmos para que quando sairdes daqui tendes uma revelação: aonde está indo tudo isso, aonde está indo o guardião, aonde está indo a minha atenção? De que tamanho é a minha atenção? Se for no avesso, esse avesso será o efeito de uma causa e virá a nós. Isso Cristo disse.
Incidiremos exatamente em tudo os indicadores Crísticos para nós. Se de toda atenção um tipo de atenção para algo ficou maior ou menor e coube um ódio, esse ódio toma conta de nós, é dono de nós, este ódio surrupia a nossa vida. Surrupia tanto que nos faz doentes físicos e doentes emocionais. Isso é um exemplo. Se temos uma adversidade assim é, se temos rancor assim é, se temos ganância assim é, se ficamos de tal forma que temos vontade de gerar o malefício do outro assim é; se queremos arrancar um pouco mais do outro e trazermos para nós, assim é. Isso torna-se o dono de nós, infiltra-se em nosso peito, em nossa alma e não conseguimos arrancar mais.
Nesta presença, nesta recepção que seja, por esta pedra no sapato que se ilumine aquilo que atrofia, que obstrui, só aí haverá salvação.
Temos um mantra sagrado; é um dispositivo, uma ferramenta que leva a nossa atenção e tem um som. Esse som foi realizado por Mestres que sabem fazer sons que repercutem em nós, tiram o escuro e trazem o que ilumina; tudo por nós é natural.
Todos estão recepcionando. No feitio que estamos recepcionando algo há um bem-estar, um alívio; isso quer dizer que está dando certo; há algo que podemos sentir como agradável, uma agradabilidade. Parece que podemos respirar e nossos pulmões recebem todo o ar.
A amorosidade está entre nós. Não há um feitio deste ser que está aqui e que vai dedicar esta amorosidade a todos vós. Dedicamo-nos por natureza nesta amorosidade; não somos superiores, é dada para nós.
Que assim seja. Eurípedes Barsanulfo. Que estejam a postos todos aqueles que aqui estarão à frente, apenas na disposição que aqui reina que é de recepcionar o que é para cada um.
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09.02.2022 Mensagem de Raquel e Sophia
Salve, filhos e filhas!
Sob o auspício deste ensejo entre todos nós de aqui estarmos, sabei todos vós, filhos, filhas, irmãos e irmãs, espíritos da natureza humana aqui reunidos de muitos aspectos, o ensejo de aqui estar todos vós, contém um alicerce que vamos tratar aqui agora, o ensejo de aqui estar significa que, sob o auspício de estar encarnados nesta terra poderíeis estar em uma multiplicidade de intenção, de assento. Estais aqui todos vós e todos nós, esse é um ensejo.
Bem-vindos neste ensejo, mas sabei, o ensejo em vós, em nós e em todos que aqui estão significa que é um milagre para nós. Temos algo que nem entendemos, como tudo que inteligencia em nós a capacidade do ensejo. No interior desse ensejo em que aqui estais todos vós há uma premissa: estamos no interior do Portal da Vivificação – Pleito Ecumênico da Verdade. Sempre tratamos disso sonoramente, mas o Portal da Vivificação é um pórtico, uma passagem onde o ensejo é a vivificação, mas em um Pleito Ecumênico da Verdade, um conjunto ecumênico de ensejos. Ecumênico quer dizer muitas Ordens distintas que tantas vezes estão totalmente distintas neste mundo, separadas em tempos distintos, em vozes e ensejos distintos aqui reúnem-se; estão invisíveis, mas todas estão aqui, cada uma destas Ordens que são 49; explícitas na manifestação são apenas algumas e estão no interior deste Portal, deste Pleito Ecumênico, já que encontraram um ensejo no quesito do espírito e encontram-se no mesmo pleito, na mesma atmosfera, no mesmo vislumbre e na mesma revelação. O mesmo ensejo e a revelação são uma única voz. Essa única voz neste ensejo é o quanto podemos estar esquecidos do espírito sendo filhos de Deus, filhos de Olorum, Deus Todo Poderoso. Deus e Olorum são a mesma estadia porque é Deus único. Quando estamos esquecidos disso, estamos lembrados do mundo de todas as maneiras com todas as importâncias que temos; lutamos braviamente por isso e por todas as importâncias. Quando lutamos por todas as importâncias entra o esquecimento disso que tratamos totalmente e ficamos como grandes e ilustres, porque podemos ter todo o tempo do mundo para sermos ilustres, estarmos esquecidos e tomarmos absolutamente conta de nossas vidas do jeito que entendemos ou queremos.
Vamos falar do ensejo até o final; quer dizer que o ensejo faz parte de uma multiplicidade de capacidades de dons específicos que nós temos que um trabalha pelo outro e um deles é o ensejo, algo que traz o ímpeto em nós por algo. O que pode trazer algo dentro do ímpeto para todos vós de aqui estardes, isso é o ensejo, mas o ensejo também está em uma multiplicidade de circunstâncias. Qual ensejo em uma infinita circunstância pode nos trazer a clareza ou o esquecimento em que estamos em totalidade entregues e, em nenhuma circunstância, em nenhum pontinho sequer esteja o Criador?
O manifesto do Criador não significa que Ele está de algum lugar. Talvez sejamos o próprio templo do Criador; não há outra forma, porque nada pode ser criado e mantido se não o for assim. Não há realidade que comprove o contrário. Toda a ciência e todo laboratório fazem parte de uma razão, daquilo que existe. Aquilo que existe pode ser misturado; em toda alquimia externa pode tornar-se outra substância; pode-se mesclar substâncias, transplantar corações, mas são corações. Nada poderá dizer que podemos por nós mesmos ou por toda esta civilização gerar ou criar.
No laboratório existencial colocam-se similares de feto em outro útero, mas é um feto e há um útero. Quem criou o útero? Quem criou algo em vós que fosse vós mesmos? Um único fio de cabelo poderia ser? Partindo disso, o que poderia distanciar ou aproximar é estar bem próximo de uma potência divina e ir se distanciando; não pela apólice da quilometragem, na apólice do esquecimento e onde estamos colocando o nosso ensejo. Na maioria das vezes é naquilo que defendemos de nós.
No esquecimento não colocamos um A sequer onde o espírito possa reinar em nós e iluminar o nosso caminho; nós é que entendemos que iluminamos o nosso caminho e a única coisa que iluminamos é através de uma luz artificial que colocamos à nossa frente e essa ilumina. Sim, se houver algo contrário, que possa levantar-se e tratar: “Eu gerei e criei um qualquer tipo de tecido que está no meu corpo e mais do que isso, tem uma inteligência por si só que se faz”.
Retornando ao ensejo de todos aqui estarem e neste recôndito onde entendemos que temos que dar esta expressão: esclarecer que não há alguém maior aqui que está se expressando, mas apenas o quanto estamos esquecidos ou acordados disso. Quando estamos acordado disso, dificilmente pegamos uma trajetória que não seja a original para nós, aquela que é a nossa trajetória. Sabeis qual é a nossa trajetória? É aquela que em um tempo curtíssimo, em um tempo aritmético, quanto mais errarmos em engano será proficiência do que continuará depois e o engano vai continuando e, quando estivermos revelados desse engano estaremos na miséria absoluta do Pai, da potência do Pai, porque disseminou-se por todas as partes e nos transformamos em uma multiplicidade de furos que vazam a potência de Deus através de nós; ficamos vazados e pobres. Mas, o que é pobre e o que é rico? No elemento, na apoteose, na abundância Crística está uma bússola do que é rico e do que se distancia disso. Uma das Ordens dentre essas 49 é a grande Umbanda sagrada que se manifesta; quando reencontramos um lugar onde tudo está aprazível de tal forma que o elemento do Pai preenche tudo; quando o elemento do Pai preenche estamos em bonança. Quando o espírito do Pai está em nós não há mais dúvida pessoal da nossa miséria, das nossas moléstias, das nossas incertezas – estamos dentro de um plano. Esse plano diretor está naquilo que nos faz manifestar; existe um plano original para nós.
Tudo que podemos tratar nesta semeadura é apenas isso no interior deste Portal da Vivificação onde, dentro do direito e da lei, dentro de uma petição sagrada, seria um lugar onde pudessem ser menores todos os fios que esvaziam que estão neste grande mundo. Entra o Pai e se esvazia, entra a potência de Deus e se esvazia e ficamos um semideus; ainda tendo nesse semideus todas as dores possíveis de que poderia ele por si só realizar a obra de encontrar o seu caminho.
No interior desse recinto não há ninguém aqui que possa manifestar-se e expressar dentro de tudo o que tratamos pela sua maioridade, mas, sim, pelo que está distante, do que está próximo ou pelo que está mais claro.
Olhai todos vós, que recôndito é este. É como se estivéssemos em um local absolutamente gélido e houvesse uma réstia do Sol, tudo iria para esta réstia. Aqui é uma réstia insignificante deste Sol para todos nós que somos espíritos da natureza humana em progressão; entramos e saímos. Quer dizer que se houvesse uma única entrada e saída nasceríamos miseráveis e morreríamos miseráveis? Ou nasceríamos ricos de Deus e morreríamos ricos de Deus?
No primeiro manifesto em nós não há superioridade. Não entendemos que há um espírito inferior e que podemos pela nossa superioridade tratar com caridade os nossos semelhantes. Aqui não há caridade, há revelação. A revelação diz: somos filhos do Pai. Se somos todos nós, temos regências distintas, temos irradiações distintas, mas de único feitio. Sendo assim, neste aspecto em espírito não há superioridade, mas no aspecto humano externo a superioridade se apresenta em multiplicidade de formas: pela arrogância, pela exploração e pela perversidade humana. Tirando isso, em espírito chegaremos juntos e o reino é um só. Desse reino é inconcebível tratar, mas podemos manifestar pelo nosso ensejo, pela nossa vontade. O nosso ensejo e a nossa vontade estão em uma característica que vamos sempre tratar: estamos na propriedade de aqui estar e todos os chamados múltiplos ficam muito menores. Quando acontece isso estamos em um ponto sagrado e demonstra a bússola do que é sagrado ou não: estamos em presença. Quer dizer olhai a bússola. Quando estamos em todos focos e chamados do mundo, em todos os aspectos possíveis, não estamos em presença, estamos esquecidos e atendendo pelo poder da nossa atenção a multiplicidade externa.
Retornando, estamos em presença, em totalidade, estamos prontos para escutar. Em presença estamos em prontidão. Esta presença não é dada por prática, por esforço, por discussões, essa se apresenta ou não.
A qualidade da presença em si mesma é aquilo que naturalmente é para nós, não o contrário.
A presença é como se tivéssemos entrado em um templo, como este, para estar presentes, qualquer um; mas quando entramos no templo externo, qualquer um, levamos tudo aquilo que inflama em nós para lá. Se todos os elos estiverem lá, a multiplicidade de atenções estarão lá. Nós estaremos lá por uma multiplicidade de necessidades. Chegaremos pobres perante o Pai: “Meu Deus, meu Deus, meu Deus!”, implorando ao Pai que já dá tudo que queira suprir todas as nossas necessidades, as nossas aflições por isso ou por aquilo.
Estejais em presença; será o suficiente. A não presença é tão absoluta que uma única presença significa um postulado.
Sabei que como não há esforço para nossa presença entre nós espíritos, que quando estamos em presença acontece algo inédito por natureza, simples, muito simples: entramos em descanso.
Quero que cada um de vós saibais e possais demonstrar a vós mesmos ou a vossos semelhantes que de todas as atribulações há descanso. Em aparência, quando dormimos estamos em descanso; como é adormecer sem atribulações em descanso de fato? Todo descanso que traz bem-estar é a bússola sagrada. Em descanso temos algo benigno. Quando temos isso, nesse descanso temos algo que implode em nós: ficamos gratos pela boa ventura de estar presente, de estar em descanso e de acontecer em nós uma boa ventura do descanso. Quando acontece isso olhamos para cima, tem algo instintivo que olhamos para cima e dizemos: obrigado, Senhor, naturalmente.
Quando obrigado, Senhor, estamos agradecendo, não pedindo. Estamos gratos pela boa ventura de sermos existenciais; aí entramos em oração sem nenhum esforço, sem nenhum joelho esfolado.
Há duas circunstâncias nas quais olhamos para cima de qualquer forma: uma é em gratidão, em oração por natureza e traz sempre uma generosidade, uma amorosidade, um estado amoroso e aquilo que está gélido recebe uma luz que traz algo morno, agradável, mas, a outra circunstância é o contrário: quando há falta do Pai em nós e a debilidade acontece tanto que rogamos, olhamos para cima. Quando estamos pisando na beira do abismo, olhamos para cima e aí cremos em Deus. “Tirai-me deste abismo, desta escuridão”. Quando acontece isso, essa escuridão é provocada por nós mesmos no esquecimento, no esvaziamento da potência de Deus em nós. Isso é tão simples que fica complexo, difícil de entender; se existe algo mais simples que isso, trazei.
Se somos arrogantes e donos do mundo, quando esse mundo desfalece olhamos para cima numa escuridão e dizemos: Meu Deus, tirai-me da escuridão, desta aflição, desta agonia. Aí estão os dois aspectos. Isso está aos bilhões neste mundo e raramente alguém não está, por razão direta do que é nosso, grato suficiente. Esta gratidão torna-se oração, então, estamos retornando sabeis aonde? Para a amorosidade, para água a morna onde tudo estava gélido.
Há algo muito simples para termos uma bússola: gratidão, bem-aventurança e amorosidade. O contrário disso são esquecimento, arrogância, toda atenção possível no ensejo de que tudo possa dar certo em todo o conjunto externo e que fiquemos importantes ou que possamos ter no outro dia um prato de alimento.
Não há lei e não há justiça divina que possa se distorcer em si mesma; nós podemos distorcer, mas quando distorcemos isso distorcemos nós mesmo até o insuportável.
Filhos e filhas, estas filhas, estes filhos e filhas, uma prodigalidade, um feitio milagroso neste cosmo inteiro, neste descanso, nesta presença que gerou o descanso que gerou a gratidão que trouxe a oração e eles se abraçam; presença: todos juntos abraçados. Estamos no âmbito do que o espírito em verdade quer para nós; recebei aquilo que é por vós que pode matar a sede de verdade na verdade. Não aquilo em que enveredamos, o que preenche o que enveredamos vai preencher a verdade em nós?
Para cada um que está aqui, todo o medicamento diferenciado. Esse pode fluir, pode adentrar, como sempre tratamos, todos os nossos ânimos; ânimo é vida e nós temos circunstâncias de vida separadas, todas elas. Então, aquela que entendemos demais e sabemos de tudo até aquela em que há o esquecimento profundo que está arraigado em outras vidas e trazemos para cá. Que possa, ao recepcionarmos, adentrar a todos nossos ânimos. Tantas vezes o alimento que precisamos está no ânimo que está famintíssimo que nem sabemos dele, lá nas profundezas.
Estamos recepcionando! Quando recepcionamos, é como se estivéssemos sendo alimentados por toda a natureza. Estamos sendo alimentados pela Mãe; a Grande Mãe alimentadora sempre está prestes a alimentar. Essa mãe alimentadora alimenta a vida e faz o nosso alimento. Nesse alimento está uma voz oculta do espírito em nós, é só atendê-la.
Toda voz que trouxe miséria, não escutai mais, porque trará a miséria. Uma outra voz que precisamos escutar é a que trará prosperidade, luz e prodigalidade. A voz que traz miséria, seja qual for, é uma voz enganosa que nós amamos e que corta a nossa alma. A voz certeira é a que traz bem-aventurança, amorosidade e simplicidade. Isso não são termos que possais utilizar, então, sede amorosos e tende fé. Quem terá a fé se não estiver em presença? Onde estará o reino da fé na multiplicidade do mundo?
O Portal diz: vamos apenas trazer onde a fé pode incidir e explodirá em vós. Segui esta bússola sagrada.
O ensejo trouxe o ensejo de aqui estarmos e o ensejo de tudo aquilo em que reinamos pródigos nesta boa ventura todos vós, seres idênticos na ancestralidade e tão diferentes que somos e podemos ser naquilo que foi pródigo em nós e que compramos apenas para nós.
Bem-vindos. Salve, filhos e filhas.
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16.02.2022 Mensagem de Abigmael
Saudações a todos vós, filhos desta grande vida, irmãos passíveis da vida que se manifesta, que não podemos conter; podemos saber, podemos esquecê-la, colocá-la num canto, observá-la, não observá-la, mas é a vida. Em um segundo que não se manifeste essa estará em outra parte, na contraparte desta manifestação da vida que aqui está entre todos vós encarnados deste grande orbe, a Terra, e todos os seres invisíveis a vós que aqui estão, como todos vós, como todos nós da natureza humana em espírito. O que coincide nisso, como sempre tratamos neste reino, no interior deste Portal da Vivificação – Pleito Ecumênico da Verdade – é que somos viventes sem precedentes, vivemos.
Nas cadeias dos vetores desta vida essa multiplica-se, desdobra-se, desdobra-se mais uma vez em grande multiplicidade no reino que habitais. Então, temos, como sempre tratamos aqui, usual, este compartimento onde tem um assento para todos vós, tem uma distância para todos vós, tem um circunscrito do elemento ar para todos vós; que tal enaltecermos aquilo que é tão corriqueiro?
Podereis, dentre inúmeras questões: como será depois desta vertigem, desta vida e desta carne que na observância do espírito torna-se o milagre em ação? Não será muito distinto. A única distinção é que após este reino reencarnatório temos lugares muito distintos para todos nós; aqui podemos ter um lugar único de observância, de contágio, de feitura de bilhões e bilhões de seres e podemos contatar cada mão destes bilhões de seres e contataremos mãos; haverá muitas línguas distintas, meio de expressão distinto, mas é da natureza humana de todos os bilhões mesmo que estejam tão do outro lado e que tenha uma cultura tão distinta dessas, sempre será da natureza humana e terá a perspicácia da natureza humana intrigante! Depois será que vamos nos reencontrar na natureza do nosso peso específico da ordem natural da lei e da justiça, do reino nosso de fato que na observância disso subdivide-se e multiplica-se em muitos e diversos reinos? Aquilo que podeis reencontrar, como encarnados aqui, dificilmente podereis reencontrar lá, cada um tem um vetor distinto. Neste vetor distinto não existe casualidade, são efetivos; talvez este efetivo possamos dizer que é científico.
Todos nós agora na observância disso que sempre tratamos daquilo que é usual e que nada é usual, que esta manifestação toda pode estar por um pequeno detalhe de aqui estar ou não e todos aqueles que no raiar deste dia não estão mais aqui, aquilo que podemos observar de tudo isso e no interior deste Portal da Vivificação, orbitamos agora numa velocidade outra, já que tudo aquilo que possa trazer a baixa velocidade nesta terra incidirá em uma velocidade maior. Daquilo que tratávamos, temos velocidades de vida, de manifestação de vida e de onde vivemos e viveremos; cada um dentro de uma velocidade: da mais baixa possível a mais sutil possível; do ar mais pesado ao ar mais rarefeito. No Quinto Elemento tratamos de velocidade e no plano quântico, muito usual no interior da ciência humana civilizatória quer dizer que o quântico está em velocidades partindo da velocidade do Sol, como sempre tratamos aqui e tudo que possa, ser todas as frações, todas as equações estão nisso; depois há uma equação que é distinta e está num reino de uma velocidade maior.
Esta velocidade maior em que aqui reinaremos também poderá estar numa velocidade maior em expressões de vida; na qualidade que assim somos com uma capacidade de estar paralisado e não paralisado e no que depende disso em velocidade que temos é a velocidade no reino onde vivemos. Na qualidade disso, que uma velocidade poderá ser ampliada entre nós, já que é um muro invisível que pleiteia assim, aquilo que, de todos os chamados externos ficam demarcados, não transpassam e tudo o que é de dentro também não vai para fora, é como encher uma caixa d’água; é como encher e enche. Então, rompeu-se essa barreira; imediatamente tudo estará no consignado externo da imensidade dessa. Se há paralisia nos tornamos paralisados nela, mas o costume de estar paralisado está desde quando nascemos; desde quando fomos bem pequeninos que crescemos, ficamos adultos e depois dos adultos envelhecemos.
Toda a mensagem Crística, toda a mensagem dos grandes seres que aqui estiveram retidos nesta velocidade maior fez a expressão Desses. Na expressão daquilo que estava retido fez-se perdurar e sempre perdurará, já que esta velocidade maior na medida que possa ser captada, reina. Na apólice Crística, onde reinou este Cristo, em uma velocidade infinitamente maior do que concebeis lá fora, Ele se expressou, se manifestou no quase impossível e essa permaneceu porque está à parte. Disse Esse: “Existe um elo entre nós e o desígnio desse elo está na fé”.
A fé é o elo daquilo que está e daquilo que não está paralisado. O designío da fé naquilo que está paralisado está em alguma parte, até aquela que podemos reencontrar, daquela que podemos entender, daquela que podemos viver por ela e de todos os tratos possíveis dessa fé – a fé é uma luz que se acende em nós.
Na grande paralisia no mundo externo onde parece, em aparência que todos os métodos são velozes, os veículos são velozes, a transmissão é veloz e a nossa vida não é veloz. Por excelência desta velocidade a fé em nós é uma irradiação, um ponto de irradiação combinante em nós; pode estar apagada ou acesa, mas adentra em nós.
Tudo o que adentra em nós e, por acaso, se desloca para este grande mundo apaga essa luz. Se acesa, imediatamente o elo se faz, mais do que instantaneamente temos o contágio e o contato com a velocidade maior. Quando isso acontecer estamos na proximidade de nossa origem, já que essa fé tem o tamanho da nossa origem. Milhões de anos? De quando é a nossa ancestralidade?
No nascimento dentro da natureza humana, do ser espiritual que sois vós, havia essa lâmpada para ser acesa: uma região que precisaria de uma potência para acordar.
Acontece, seres viventes, espíritos que aqui reinam junto com todos estes aqui na possibilidade de todos que aqui estão, sabei, o mundo externo em que viveis, em que profundamente o crédito que temos é o único existente, é o maior teste possível da qualidade do espírito e do ponto que estamos na progressão espiritual. Quanto temos de evolução e o quanto essa evolução está indo para dormência ou despertando?
Não é de improviso que se fez a possibilidade de estardes encarnados, mas sabei, é muito recente e também não. Já houve nesta terra seres como nós semi-encarnados com pouca visibilidade, até que pode acontecer que ficamos encarnados e, na capacidade de encarnados somos espíritos e o espírito edificou o que chamamos de Quarto Elemento ou este elemento civilizatório onde habitais, então, de alguma forma o que trouxemos ancestralmente está produzido externamente e entendemos que somos extensão, já que do civilizatório fez-se a extensão.
Quando vamos e voltamos dentro dessa extensão, parece que fica no interior de nós como único existente; depois a grande questão é o que será depois, mas esse depois dificilmente passa de cem anos. Intrigante, não?
Seres espirituais viventes que aqui estais e reinais entre nós nesta retenção possível onde muitos fios que vos chamam muito além do que possais ouvir com os vossos ouvidos e que atendeis aqui e acolá e esqueceis o que é o esquecimento. Esquecemos, principalmente, que fomos gerados, criados, mantidos e que estamos neste reino para estarmos revelados disso. Já vistes a técnica externa de revelar? Quer dizer que a técnica externa de revelar trouxe a fotografia através da revelação. Através da revelação podemos nos ver externamente, olhar a foto do que somos. Então, que tal que seja a revelação do espírito, que esteja revelado e possamos ter um retrato de nós?
Este retrato de nós, quando em esquecimento não há intenção de saber disso; estamos tomados na vida, a vida nos toma, as obrigações nos tomam, as relações nos tomam, os apetites nos tomam, a multiplicidade de recursos nos toma, então, esses viram os nossos donos; os que procriamos tomam; não somos apenas intermediários dos seres que vivem aqui nesta terra. Tomamo-los para nós, damos obrigações, damos a eles estradas para percorrerem sabendo que podem essas estradas serem um grande engano. “Mas, se for o meu será o vosso”. Intrigante, não?
O quanto podemos forjar o que significa amor, amorosidade? Como podemos torcê-la sempre a favor de nosso veredito ou não? Como o mundo externo pode torcer dentro do seu veredito, fazer todas as chamadas e em uma ou em dez delas entramos e ficamos uma extensão do mundo?
Nesta propriedade particular que não é uma extensão, é uma retenção, sempre haverá uma leitura para vós; está para quem queira ler, denominamos o Quinto Elemento. Temos quatro elementos de fundamento, depois temos o Quinto Elemento; este Quinto Elemento não está na visibilidade de um laboratório, é formatado por aquilo que denominamos uma paz viva e ativa.
Quando esta paz viva e ativa percorre tudo, percorre o Quarto Elemento, civilizatório, é tão sutil que desaparece, mas aparentemente desaparece, porque sem esse não haveria vida; porque aquilo que é quintessenciado em nós se alimenta disso, é o alimento do que é quintessenciado em nós e o espírito é quintessenciado, tratamos como Quinto Elemento em que adentramos a uma retenção e não somos uma extensão do mundo e há um reino notório: uma paz viva e ativa.
Quer dizer que paz viva e ativa, aquilo que denominamos que é paz lá fora que está em algum lugar é um reino, é um elemento. Essa paz no Quinto Elemento é ativa e viva. Não na circunstância do obrigatório, é em si mesma. Aí está todo apetite que pode acender a lâmpada da fé em nós e, acesa, imediatamente temos um elo direto. Nesse elo direto tem um indicativo: qual a estrada de retorno deste esquecimento gigantesco em que vivemos? Mas, o que pode acender essa fé em nós está esquecido; não temos a revelação, algo que revele para nós, algo novo que olhe e que diga: cadê a lâmpada que tem que acender a irradiação da fé?
Na irradiação, no fator, no Raio da fé estão todas as mensagens de todos que trouxeram esta possibilidade porque está no elo de que existe uma concordância do Pai e do Filho. Na concordância do Pai e do Filho há algo instantâneo: o Espírito Santo, a Tríade Sagrada.
O Espírito Santo é quando a combinação do Pai e do Filho acende todas as nossas lâmpadas fundamentais, todas elas, o Espírito Santo reina e temos uma totalidade, a totalidade Crística, búdica. Todos os seres que estiveram nesta terra, que podemos contar nos dedos, acenderam-se por completo. Um elo acende o outro, que acende o outro, que acende o outro ou estão todos apagados e separados e podemos vê-los à distância.
De todos os dons específicos do homem que caracteriza o espírito, a razão simples, o conhecimento que inclui tudo que podemos saber na civilização, que podemos saber direto da fonte e assim por diante, até aquele emocional que está no extensivo externo que é aquele emocional que temos pelos seres que estão à volta, que inclui medo, interesses e tudo aquilo que se manifesta de maneira que amplia o esquecimento.
Há algo, um princípio que sempre percorremos neste reino, o primeiro, senão nenhum outro pode ser subsequente: a presença.
O fundamento disso, no interior deste Portal que não deixou de ser o mesmo em qualquer circunstância, a nossa presença não exige nenhum esforço. Então, a revelação, a fotografia que possais tirar lá fora é: Como posso estar em presença, se estou em uma multiplicidade de chamados?
A presença significa que estamos em um estado digno do subsequente à presença. A presença é que edifica um guardião, aquele que em presença e atenção máximas pode representar a entrada de uma porta ou não; é a presença e a atenção, mas no interior disso aqui nenhum esforço, essa vem para nós porque há retenção, a presença começa a se instalar, estamos presentes.
Quando estamos presentes demonstramos à vida, à expressão da vida, ao espírito da vida que estamos atinentes a ela; que podemos auscultá-la, que podemos tratar em velocidade maior o que ela representa para nós em presença. Quando em presença há algo que vem por si mesmo: entramos em descanso; como se todos os ruídos externos que existem que não podemos estar em presença nem adormecer fossem retirados, todos os chamados e estamos em presença, em descanso.
Quando não temos um descanso e esse vem para nós, sabeis o que acontece imediatamente? Nós ficamos gratos. Olhamos para cima e dizemos meu Deus, meu Pai! Vem uma gratidão natural e ficamos gratos, porque a vivência, o viver onde não estamos presentes não estamos em descanso nem estamos gratos e nenhum recurso deste mundo possa fazê-lo. É estonteante, mas é o que temos e que todos têm.
Quando inspiramos bem profundamente e somos gratos, sabeis o que acontece? A gratidão leva à oração, onde todo esse combinado simples sem esforço acontece.
“Mas, Abigmael, o que eu posso fazer lá fora?”. Terdes a revelação de que não há o que se faça para ter presença, para ter descanso, para estar grato e orar. Só vem para nós quando há retenção. “Retenção do que, Abigmael?”. Da potência de Deus que alinha a vida em nós. Não há obrigatoriedade, não há esforço; esse quadrante entra no reino desta paz viva e ativa sem nenhum esforço. Todo esforço é externo. Nós pagamos pelo esforço, pagamos para não ter descanso, nós pagamos para estar esquecidos da gratidão e da oração, e pagamos caro.
Filhos viventes, esta amorosidade incidente entre nós, dado que estamos orando, alinhados a esta potência em Deus que reina e efetiva-se, ninguém está em caridade, ofertando, é vossa por direito. Apenas está esquecida e nenhuma lâmpada está acesa, mas, lá fora todas estão acesas. Todos os recursos pagamos pelas luzes acesas externas seja onde for, mas a nossa luz está apagada.
Há muito mais seres, uma multiplicidade imensa de seres espirituais que reinam aqui; se contarmos dará mais de um milhão de seres em recintos como este. Este Portal da Vivificação tem uma mensagem muito difícil porque é simples: falamos de presença, de descanso, de gratidão, de oração e lá fora nós gostamos de práticas, de esforço e de pagar caro.
Todos estes seres que aqui estão, uma grande parte deles estão por reencarnar; estarão como todos vós bem pequenininhos, crescerão neste meio coletivo e terão um teste: “Será que vou acordar ou vou ficar esquecido? Será que vou encontrar os seres que odeio ou os seres que entendo que amo?”.
Não tratamos de algo corriqueiro, estamos tratando de nós como milagres. Não há nenhum quesito da natureza humana como espírito em vós que não seja um milagre pela própria existência. O esquecimento disso, quer dizer que algo anômalo cresce em nós, como na divisão que houve dos seres naturais do Jardim do Éden depois que se escalou o contrário.
Encarnados que aqui estão neste recinto, sabei que há milhares que aqui estão, muitos retornarão cá e muitos retornarão à sua pátria espiritual tendo uma revelação: uma foto externa que se possa ver, que se possa realçar. No quilate disso que está se ampliando aqui para todos vós é como se essa voz mudasse, estão ouvindo diferente. Estamos em um reino onde estamos a postos para recepcionar, cada um, aquilo que é para si, da ancestralidade de todas as passagens; para todos vós. Estamos a postos, nenhum chamado, nenhum esforço por natureza. Na apólice disso, todos vós e todos os milhares que estão vão poder recepcionar. Eis para todos vós! Qual o reino do espírito? Tendes um pé nesse.
Que esta paz viva e ativa percorra todos os ânimos de cada um de nós; é uma potência natural para nós; não deriva de nenhum obséquio, de nenhuma caridade e de absolutamente nenhum custo e está para vós onde puder estar, a menos que estejamos esquecidos que aquilo que recepciona se fecha e recepcionamos os alimentos externos todos possíveis e todos os medicamentos possíveis.
Estais recepcionando. Poderíamos dizer que há um ato cirúrgico para nós; sim, um ato cirúrgico. Para cada um de vós existe um pleito de seres, que muitos, por assim dizer, não veem como poder entregar o que é para vós, como se pudessem entregar uma carta e não conseguissem, não há olhos que veem e não há mãos que peguem. Pegai o que vem para vós.
Temos inúmeras camadas, a primeira que entendemos como a mais científica possível que é dado o retrato de um corpo humano e depois todas as outras camadas, as mais sutis são aquelas que trouxemos nessa terra de vidas e vidas. Que esta paz viva e ativa percorra, atinja e alimente todas, pois estão com sede e com fome.
Vamos iniciar o próximo circuito nesta retenção de quem se aproximará, mas todos vós, sem nenhuma pressa ficai onde quiserdes; recepcionai e guardai isso e quando e onde estiverdes lá fora guardai esta vela acesa e que não se apague. Como? Tendo um princípio de estar acordado diante de tantos chamados; um princípio de não esforço.
Bem-vindos todos vós. Abigmael.
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23.02.2022 Mensagem de Madre Paulina
Bendita seja, mais uma vez, entre nós esta possibilidade de encontro e reencontro de seres, como nós, nada habituais, seres da esfera da natureza humana, todos nós. Implica sempre que essa referência maior sempre estará entre nós. Partiríamos de onde, então? Não há como partir senão de tal. Partindo disso, no interior deste Portal da Vivificação – Pleito Ecumênico da Verdade – que se refere sempre a vivificar, trazer a luz aquilo que possa vivificar aquilo que mortifica o mundo que habitais; este grande mundo lá fora, imenso, de bilhões de seres.
Importa dizer que este Portal da Vivificação sempre trará essa notícia: Pleito Ecumênico da Verdade, um conjunto de Ordens que consignadas à chegada deste e desta, consagram-se tanto que toda voz é a mesma.
O interior deste Portal da Vivificação é pleiteado pela lei e por lei, para que em um instante secreto, único, entre todos nós possam todos os chamados externos ficar externamente e aquilo que adentra para nós, do que nós somos gerados, fica um tanto aqui. Nós sabemos que isso não cabe no raciocínio humano. No que pondera a natureza humana, no que reside o equilíbrio social, econômico, político, intelectual de tudo o que está lá fora cabe que nós nos geramos; que no peso específico que temos, no tempo, nesta obra desta encarnação que todos viveis nós nos geramos, que o nosso cérebro, todas as nossas células, todas as nossas glândulas fazem por si e reinamos soberanamente e que desde o princípio, onde num episódio que é nada habitual, nascemos de um útero e algo bem pequenininho vai crescendo, fica grande, fica maduro, envelhece e depois vai para algum lugar de onde veio. Podemos ter todas as considerações do mundo disso, podemos conjecturar em todas as partes com todos os seres que estão à nossa volta, nada vai mudar de que somos gerados, criados e mantidos; nada disso, já que não temos em nós mesmos a capacidade de gerar e conceber nada.
Tudo o que recepcionamos dos quatros elementos: ar, terra, fogo e água, que têm um desígnio entre si mesmos que nada pode alterar-se; não podemos fazer água de fogo, nem fogo fazer água nem o ar para realizar; são elementos que consignam-se. Esses elementos em fundamento, nós recepcionamos naquilo que produzimos por aquilo que nos alimentamos, pelo que recepcionamos do Sol, pelo que recepcionamos da temperatura o que é possível, do que recepcionamos do ar, do que recepcionamos da água e tudo isso é gerado, criado e mantido e excepcionalmente todo este orbe, todo estes planetas, todas as regências dele e todas as suas leis próprias e assim por diante.
Quando retornarmos ao princípio, não indo para frente, ao princípio, voltando às origens e voltando que não é nada tão habitual, quando tudo isso que nós tratamos agora fica habitual quer dizer que saímos da consagração do milagre e vamos ao habitual, ao hábito humano coletivo neste mundo.
O hábito humano coletivo quer dizer que nos levantamos de manhã ou mesmo quando crescemos e vamos ficando grandes adentramos nesse hábito coletivo em todo o capacitador da natureza humana em si mesma, como nós todos e a competência é inigualável, mas quando toda a nossa competência é inigualável apenas somos um elemento entre tantos elementos e todos têm que funcionar juntos, algo vai ficando em esquecimento: a capacidade que temos de nos aproximar o quanto mais do Gerador que gera tudo. Quanto mais esquecimento disso, mais ficamos tão importantes e arrogantes.
Nascemos de um útero e muito brevemente vamos ter uma passagem. Nessa passagem estamos nas mãos do quê? Estamos nas mãos de nossa sobrevivência, estamos na mão do cognitivo da nossa família, de podermos criar e sustentá-la. Isso vai levando ao esquecimento. Quanto mais esquecidos, mais podemos produzir algo muito intrigante: engano. Quanto mais nos aproximamos da origem, diuturnamente, mensalmente, anualmente, estamos diante de um grande mistério e não temos a chave desse mistério externamente. Então, vemos que através do engano e do esquecimento, os seres ficam imortais, já que do seu ato ou diante da sua mortalidade é o mesmo esquecimento e a capacidade dessa arrogância é tão grande que o esquecimento vira o seu próprio lugar de origem e de morada onde estiverem, agrupados com todos os esquecimentos que estão a volta do mesmo tamanho e formatamos outras coletividades que reinam em milhões de coletividades.
Como sempre o papel do Portal da Vivificação e todos aqueles que se manifestam aqui é um indício só para todos nós e haverá uma fidelidade: apenas trazei para a origem.
Daquilo que possamos adiantar de tudo o que a ciência já adianta, da filosofia, da antropologia e de tudo o que já está em todas as bibliotecas possíveis, que página a mais poderíamos trazer? Qual delas? Qual página a mais poderíamos dar para todos vós, senão a página principal e única: vós? Única página principal: vós; porque vós desemboscastes nesta vida a sós e ides desembocar em outra vida a sós; o que temos de urgência está nisso.
Quando todos os dias forem mais próximos dessa fonte e esta fonte principal tratar os nossos atos mediante a sobrevivência, mediante todas as certezas que podemos praticar e menos enganos tivermos, menos enganos passamos para os nossos semelhantes. Quanto menos passamos para os nossos semelhantes, menos tecidos coletivos temos. Quanto menos tecido coletivo temos, menos estaremos na mão da coletividade e estaremos na mão do Gerador, o único que pode indicar, mais ninguém.
Esta é a ventura, aquilo que este Portal da Vivificação tem para traduzir e traduz pelo mesmo verbo de todos vós. A caligrafia, a formatação daquilo que se expressa é um dom sagrado, é o mesmo dom de todos vós. Onde estamos expressando os nossos dons sagrados? Quando expressamos significa que utilizamos muito nossos dons sagrados, não os usuais. Talvez a ciência subdivida tudo, fragmente tudo para entender melhor o que significa vida, mas não produz vida.
A ciência no interior deste Portal da Vivificação é que temos um postulado de nascença ancestral; podemos, como no princípio, conjecturar se isso existe, se isso não existe; só há uma coisa que existe: o que faz o poder de se expressar. Quem nos dá o poder de se expressar, de realizar as cordas vocais, de realizar a capacidade de reunir o emocional com o equilíbrio do raciocínio, com equilíbrio da inteligência, com equilíbrio de tudo? Nós realizamos isso? Partindo disso, fiquemos um pouco menos importantes. Tudo o que é de mais ou menos importante, toda a arrogância no mundo, está estabelecida bem quietinha onde sabeis muito, onde se extermina tudo e aquilo que formatamos muito, mais que um dia a mais nesta vida, senão aquilo que é decorrente do direito de estar, de viver e de se manifestar.
Há um sentido para nós neste elo de retorno, algo que ultrapassa toda capacidade de podermos raciocinar: a fé; quer dizer que a fé é a ligação entre o Criador e nós que ajusta tudo. A fé é aquela que está em nós e se ilumina em nós. Não vem de fora, não vem de outros planetas, de outras esferas. Está em nós, é uma propriedade da criação em nós, floresce em nós. O quesito do esquecimento faz com que esse quesito da fé em nós fique paralisado e tudo em nós fica menos; todos os nossos dons ficam menores, porque apenas a fé no seu circuito faz iluminar os outros nossos dons; ficamos iluminados e vamos iluminando. Não há um ser humano nessa terra em que essa não esteja, senão não seria humano, seria de várias espécies desta terra ou de outras terras, mas não seria da natureza humana.
Quando é revelado isso para nós e há um indício dessa emanação sagrada imensa, de que a fé está em todo o consignado da vida e da criação, é algo como uma bússola, podemos estar mais próximos de algo que acende essa fé em nós. Quando acende essa fé em nós sabeis o que nós somos? Um mistério, não um consignado, apenas um mistério da criação que não há o que faça.
O mistério da fé em nós convive com o mistério da fé em tudo. No momento que é um mistério, tudo é um mistério, ultrapassa a razão humana. Não basta que entendamos ou inventemos que vamos crer, que vamos ter fé e que a fé chegará para nós porque nós vamos ter fé! Acendei a fé em vós! Quando mais próximo desta bússola sagrada, do contágio com o Criador, essa se acende. Quando se acende, tudo nesta vida fica menor, fica resíduo, tudo. Quando não se acende o resíduo fica gigante, imenso; podemos conquistá-lo, podemos aumentá-lo, multiplicá-lo, é um quesito insignificante, porque tudo que está neste orbe, neste planeta se desmanchará e ficará nesse. A única coisa que temos e levamos é o consignado do que se ilumina em nós, mais nada. Isso não quer dizer que vamos ser miseráveis lá fora, que vamos ter um apetite da fome, que tudo isso. Não! Podemos expressar o consignado da fé em tudo e é próspero, traz prodigalidade.
Entendemos que precisamos para sermos prósperos trabalhar, estar escravizados em tudo. Já encontrastes algo próspero se aproximando de vós que indica por si mesmo a prosperidade? Ou encontrastes grandes negócios, grandes interesses, grandes mudanças através de todas as políticas humanas e do que segrega, do que divide e do que faz grandes e pequenos?
Quem vos fala daquilo que pode ter por direito todas as conjecturas é Madre Paulina; a Madre Paulina, não é um parente de Madre Paulina é Madre Paulina. A santa Madre Paulina externa de que não me vanglorio em nada, só milhões de seres miseráveis que querem pegar em meu manto, querem pegar nisso, no Cristo (rosário) e arrancá-lo de todas as formas que puderem.
Esta Madre Paulina no desígnio desta retenção de aqui estar, nesta retenção que é possível estar viu por si mesma, pelos olhos do espírito e desta fé que se acende, uma emanação Crística inconcebível; tudo ficou menor; ficou ainda menor, muito menor.
Este rito sagrado entre nós nesta retenção permite o que, se os chamados externos que ouvimos ou não ouvimos, que estão há 50 anos atrás nos chamam a 100, 200, 300 e não permitem que estejamos em presença e olhamos para cá, para lá, para todos os lados, acordados ou dormindo, em sonhos ou não?
Quando estamos em presença, a presença indica por si só que estamos nos aproximando deste mistério. A presença é algo maior do que qualquer arrogância possível que tenhamos. A arrogância tira a presença.
Se estamos a postos estamos presentes sem nenhum esforço, já que todo o esforço ao contrário é um engano que sempre levará ao engano e sempre levará àquilo que vai desfazer-se dentro do engano.
A presença quer dizer que estamos a postos. Quando estamos a postos, temos algo natural para todos nós que sempre segue a mesma ordem dentro deste rito sagrado: nós temos um descanso natural. Onde o indigesto externo não permite nunca estamos em descanso, temos um pouco menos de cansaço que é diferente de descanso. Descanso é algo de apetite de um descanso quando atrelado a um cansaço interminável, que entramos em um estado de gratidão e ficamos muito gratos, como uma noite melhor dormida de toda a vida e de manhã dizemos: Meu Pai que gratidão, como estou grato neste descanso e na habilidade de viver e, dentro dessa habilidade de viver, a vida se manifestando em mim. Que gratidão!
No caminho, no rito sagrado desta gratidão por natureza sem nenhum esforço, sem uma vírgula de esforço, nós oramos, entramos em oração.
Toda essa simplicidade é retirada pelo mundo externo de acordo com a nossa atenção e o esquecimento lá atrás, até aquele onde nós chegamos; não há simplicidade maior que esta que a complexidade retira. Estamos em oração sem nenhum esforço!
Compete que quando estamos gratos em oração, a nossa arrogância fica para fora ou podemos ter uma revelação: Penso que a minha arrogância está por mim. A arrogância está contra mim, está dilacerando, tirando toda a potência possível da vida em manifestação. Talvez seja o maior inimigo possível que temos, porque retira tudo disso e suamos, transpiramos; temos que defendê-la e temos que ter discípulos da nossa arrogância, senão ficamos mais arrogantes.
No consignado em que aqui estamos não há nada maior ou menor.
Quando oramos estamos no estágio onde efetivamente estamos no estágio da fé, do mistério e do milagre da fé. Nesse estágio todos os viventes são um milagre. O que não é um milagre em nós? Aquilo que segregamos, que entendemos maior ou menor. Isso não é comportamental, filhos e filhas, isso é uma revelação.
Quando tudo isso é tirado, sabei, estamos enganados e esse engano trabalha contra nós, faz todo o equívoco possível, faz entradas e saídas que ficam mais difíceis ainda e temos a prosperidade vazia, não a prosperidade cheia.
Em gratidão e oração estamos a postos; há um oceano de tudo o que é por nós, de tudo que é para cada um que adentra aqui e de milhares que aqui estão que reinam, apenas invisíveis, exatamente da mesma natureza e podemos recepcionar.
Poderíamos dizer assim: ide lá fora, ficai em presença, em descanso, em gratidão e entrai em oração, fazei isso lá fora! Lá fora não permite e a nossa arrogância também.
Existe algo que foi feito para nós que tem a mesma ancestralidade, esse algo não conseguimos, esse mistério que nos fornece tudo o que é possível mediante a possibilidade de estarmos prontos para recepcionar, mas não é uma lei imprópria; é que com tantos chamados viramos para todos os lados e tudo o que chega para nós não consegue nos alimentar, não consegue nos curar e dar descanso, não consegue dar nada e ficamos com fome. Que possamos saciar essa fome apenas recepcionando.
Já é muito sabido que temos sete pontos principais de recepção de entrada e saída em polaridade, está escrito. Há 5.000 anos está escrito isso e por essas entradas e saídas que recepcionamos de baixo até em cima, uma sustentando a outra e são de alta visibilidade no reino e nesta moradia que está aqui, de todos vós. Estarão recepcionando quando esse sim dessa recepção atingir todas as camadas. Muitas estão insensibilizadas para nós, mas trarão seu reflexo.
Filhos filhas, esta paz viva e ativa, maior do que todos os oceanos da Terra, maior do que a Terra, maior do que todos o Cosmo afiança tudo isso para nós. Pode, talvez, trazer a potência necessária para que a luz da fé instalada em nós desde toda antiguidade brilhe.
Mais uma vez, esta paz viva e ativa no âmbito deste reino é o reino da maior benevolência do Pai por nós, um oceano infindável por nós e nós já somos o fruto disso, depois é o resto e o resto é muito menor que isso. Se o resto foi maior ficaremos com fome, ficaremos muito importantes é com isso adoeceremos o nosso corpo; temos toda a ciência do mundo para resolver, mas é cara, muito cara.
Que todos vós possais permanecer como quiserdes, o quanto quiserem, mas quando sairdes daqui tende a revelação: “Meu Deus, meu Pai, o que me toma tanto e me faz tanto esquecido disso? Quero a verdade”.
Madre Paulina. Podemos iniciar para todos aqueles que estão habilitados a aqui estarem próximos.
