30.03.2022 Mensagem pelo Espírito Eurípedes Barsanulfo
Bem-vindos todos vós mais uma vez. Bem-vindos todos nós, bem-vindos todos aqueles seres, parentes nossos que apenas estão desencarnados, mas são eternos parentes. Parece-nos que também nós somos todos eternos parentes; algo nos faz parecidos, queiramos ou não queiramos, muito parecidos; fisiologicamente parecidos, um instrumento de linguagem muito parecido, seja em qualquer parte deste mundo, em linguagens distintas e indistintas. Essa ancestralidade entre nós que nos faz parentes, que podemos olhar em todas as ruas, em todas as cidades, em tudo que está bem próximo ou bem distante, esse parentesco, essa ancestralidade diz exatamente onde podemos encontrar a natureza humana e reconhecê-la de imediato. Seja em qualquer recôndito, do mais primitivo ou não primitivo, reconhecemos imediatamente a natureza humana. Em sendo da natureza humana, quem reconhece da natureza humana também é da natureza humana – espíritos. O conseguinte do espírito, parece que é discutível nesta terra; aquilo que diz respeito à natureza de nosso organismo não é discutível. Pode-se abrir cada um de nós e será o mesmo mecanismo, a mesma coesão, a mesma unidade, o mesmo trabalho abraçado. Sendo assim, todos vós que aqui estão, espíritos da natureza humana, consignados a isso bem-vindos mais uma vez.
Bem-vindos quer dizer o benefício de estar vindo, o benefício de aqui estar; esse benefício de aqui estar reina entre nós em um consignado um pouco distinto do que está lá fora, um reino próprio dentro da lei no consignado deste Portal da Vivificação – Pleito Ecumênico da Verdade – que pleiteou dentro da lei, dentro do direito legal de seres como nós que têm um olhar incisivo que permitiu que fizéssemos e que seres especiais do Sexto Elemento pudessem colocar dentro do cristalino que quer dizer uma rede de diamantes, que todos os fios conectados ao mundo exterior ficam interceptados. Quando intercepta isso, temos a demonstração que chamamos de revelação. Ora, se aqui pode estar interceptado, o que acontece que lá fora não poder estar? Por que não teremos um aparelho que pode interceptar esses fios da imensidade dos chamados que temos, dos chamados ancestrais, meio ancestrais, bem perto disso e aqui reina num código secreto, muito secreto, de origem de todos nós e no conseguinte de toda a nossa jornada, que foram muitas jornadas?
Apenas no ponto de despertar que seríamos prováveis seres da natureza humana, foram alguns milhões e bilhões de anos, mas o que importa a esta natureza do Pai divino um milhão ou um bilhão de anos? Para termos um atestado de que estamos prontos até para reencarnar, que estamos prontos para desencarnar e de que estamos prontos para a próxima jornada, seja qual for e nos tornarmos indistintos, quer dizer que não nos tornaríamos amorfos, inexistentes; mas, existentes, seja de qual forma; assim somos nós, parentes ancestrais.
Nesta retenção que está aqui, que é naturalmente percebida por todos vós há algo que poderá ser um tanto distinto, poderemos ter até um descanso tão grande que queiramos descansar, então, meus irmãos, filhos do Pai, esta potência do Pai em tudo, em todo o existencial é permanente para nós, por nós. De outra forma, não existiríamos um milésimo de segundo. Adentra a nós o que nos sustenta, o que nos dá a capacidade da inteligência e a utilização dessa; da competência, junto com a inteligência da grande razão, não a razão coletiva, um estado de razão, um coeficiente de razão direta.
O estado emocional nos povoa dia e noite, noite dia, permanentemente; temos uma entrada e saída de um estado emocional que nos atinge, do céu, como quiser. No proveito que tem, irradiações celestes e de que essas, por uma multiplicidade de veículos vão materializando até esta materialidade que temos aqui no consignado que é tão absolutamente invisível que nenhum aparelho humano pode detectar. Podem detectar estrelas, sóis, planetas a bilhões de ano luz, mas não detectam a entrada e saída daquilo que nos faz existentes nesta terra, que nos fez existentes antes de estarmos aqui e nos fará existentes depois que não estivermos. Não haveria um modo de interceptar isso. Muitos associam essa possibilidade ao suicídio; dentro do abrupto tomamos uma decisão e temos essa única decisão de toda a natureza humana, de toda a natureza da vida inteira; nada suicida-se, apenas na natureza humana, sendo pródiga de algo: a razão de si mesma. Nessa razão de si mesma e na potência que tem isso da capacidade de estar existencial, pode se dar ao luxo de suicidar-se, cortará rapidamente os fios da vida orgânica e a outra continua esfolada quando, dentro da arrogância em magnitude máxima tornar-se o efetivo de um suplício; mas não vamos muito além, não vamos à tanta brutalidade; vamos dizer que na nossa arrogância antes de chegar ao suicídio podemos nos suicidar lentamente, ir ao suplício lentamente e estarmos acostumados a dor. Então, dentro da arrogância, que significa estar distante da capacidade de estar indistinta a criatura do Criador, como se a criatura tivesse se tornado um tanto de Deus e que entendesse que em si mesma, pudesse por si mesma alcançar a graça de produzir e de sustentar a própria vida. Essa arrogância ao extremo traz o suplício, quer dizer que arrogância é igual ao suplício. Então, dizei-me qual arrogância não é um suplício e trazei aqui. Arrogância é suplício, porque entendemos que temos a capacidade maior e somos mais importantes do que talvez Aquilo que nos gera; temos a capacidade da natureza humana até o limite de entendermos que somos os geradores de nós mesmos, que confeccionamos o raciocínio, que confeccionamos a capacidade de armazenar, de saber, de sentir e a capacidade própria de gerar, de conceder. Em primeiríssimo lugar temos por empréstimo todo o cabedal da inteligência humana, de alguns milhares de anos desta civilização; tomados de empréstimos total e absoluto, nem por nós geramos nada. Está no, por conseguinte de toda ciência, de toda a filosofia, de toda arte e de toda a capacidade do homem fazer da ciência o que quiser; sempre por empréstimo e temos emprestado tudo isso. Quando adicionamos algo, pegamos por empréstimo algo muito grande e adicionamos mais um ponto e assim por diante e, coletivamente; individualmente só temos por empréstimo. Se é assim, com arrogância trazemos em nós mesmos um cabedal de entendermos o que quisermos nesta vida e podemos ter um sentido e direção de que, por acaso, é um engano e vamos atravessando por todas as partes, pisando por tudo, no interior do engano e nesse está a arrogância de que nós entendemos que é assim, haverá de ser assim, tomarei porque é assim e vamos caminhando. Em um instante tem uma voz oculta que nos diz: e se for engano? Como vamos não atropelar toda a nossa passagem em todos os nocautes que demos em todos os pontos? Empurramos algo assim, que bateu outro em algo assim, que bateu em algo assim e transmutou algo e nesse engano, o próprio engano fez o suplício de tantas dores que caminhamos e deixamos ou daquilo que enfiamos em nossos semelhantes pela boca, pelo espírito, pelo ser, por tudo; implicamos que ele deverá fazê-lo permanecer por nossa glória.
No princípio a arrogância significa que nos distanciamos de algo que haveria de ser reverenciado instante a instante: estou sendo gerado, criado; a inteligência chega para cá. Quando vamos atropelando tudo o campo emocional vai se atrelando a tudo. Então, perguntamos: campo emocional, qual é a origem do que eu sinto, qual a origem dos meus sentimentos, qual a origem daquilo que pode distinguir absoluta e corretamente aquilo que sentimos e nos movimentamos? Então, pensamos, sentimos, arguimos, concebemos, tudo ao mesmo tempo; e se for atropelado? É como se tropeçássemos e formos indo até batermos o nariz no chão.
Se tudo isso a estiver conectado algo somos gerados; quando este algo tem um elo que chega até nós está em inspiração total e absoluta para irradiações sagradas que nos chegam, porque aquilo que em nós acorda – a fé – não é algo que entendemos que podemos encontrar depois do muro, a algum quilometro ou vinte, seja o que for, essa floresce ou está morta em nós. É um conteúdo de mortificação que nos tira a capacidade da integralidade da natureza humana e ficamos pela metade; ficamos por um terço, mas a entrada existe, já que se não existisse, seríamos apenas tolos, caminhantes sem nada, sem nem mesmo saber por onde caminhamos.
Neste indício que chegamos agora, este elo da fé é o consignado que nos dá todos os indícios possíveis de retorno ao Criador de tudo que pudemos nos afastar. Se o elo está desaparecido ficaremos desaparecidos, ficaremos anestesiados, associativos, deslocados, em dor, em dúvida, em desespero, mas tudo isso faz parte daquilo que podemos proteger e seremos guardiões de nosso próprio desespero e não há algo que desperte, que esclareça, que ilumine em nós que diz: nossa, fui longe demais, como vou retornar? Estava conversando entre tudo e fui longe demais. Como retornar, sendo que cada vez mais que estivermos próximo da fonte original, mais estaremos integralizados; mais floresce a fé, mais floresce a razão, mais florescem todos os predicados da natureza humana sem cortá-los. O florescimento é total como as raízes, como o caule, como as folhas; o florescimento e o fruto são totais. Se interceptarmos uma parte não existe o fruto nem o florescer.
O desígnio deste Portal da Vivificação – Pleito Ecumênico da Verdade – é revelar o que está mortificado em nós. O que traz aquilo que não integra e ficamos em partes. Estando em partes, estamos com dores, mas tem algo em nós, dentro da arrogância humana que está por todas as partes e produz algo etílico. Por esse algo etílico nós ficamos embriagados dia e noite nesse álcool da nossa grande importância e daquilo que determinamos para essa importância.
A arrogância é algo que destila um álcool e esse álcool nos deixa embriagados, anestesiados, insensibilizados e vivemos por esse, mas encontramos seres também que estão embriagados nesse álcool da arrogância e formamos um outro combinado de seres em conformidade com o tamanho da nossa ancestralidade. Isso afunda-se, paralisa-se nisso e paralisados paralisamos o que pudermos à nossa volta. Quando mais paralisarmos o que está a nossa volta, mais no salvaremos através disso, como poderemos dizer, um refletindo no outro, o anestesiado e o anestesiado: Como está? Bom dia, boa tarde, bom trabalho.
Recordando que este Portal da Vivificação pleiteia a revelação, não comportamentos, não exercícios, não pleiteia nada disso; pleiteia que através de um lugar esteja uma contenção, uma retenção e que nessa contenção possa florescer um tanto da fé em nós, quando tira, poderemos ter uma revelação: o que tira? Mas, se estamos embriagados, pouco importa o que tira; basta que cheiremos da fábrica deste álcool, deste etílico e nos embriaguemos cada vez mais.
A lucidez vem de luz, onde está a luz que de fato ilumina aquilo que pode ser um engano do auto? Todos os enganos de alguma forma abraçam-se com outros enganos, depois não conseguimos mais sair de lá; ficamos efetivos; tomamos conta ou nos tomam conta, ou nos embriagamos juntos.
Sabei, vós, encarnados que estais aqui, é um prodígio a mestria da encarnação e a capacidade do choque possível de termos algo de pronto, revelado ou não.
Muitos estão aqui invisíveis aos vossos olhos e, como todos vós, como sempre dissemos, daqui a muito pouco estareis lá e outros estarão aqui; encarnados que estavam lá e há pouco estais aqui, então, eu digo que em menos de 80 anos um estava lá e outro estava aqui; sabeis o que esse tempo é? Nada, insignificante.
Todos os seres que absolutamente são seres como todos vós da natureza humana, invisíveis aos vossos olhos, podem ter a contento toda a manifestação desta corrente da natureza humana em todo o seu consignado, encarnados, desencanados, espíritos em manifestação e um lugar que tem uma insignificante retenção da nossa potência que adentra para nós e está tomada neste mundo. Quer dizer que isso é um componente de um recital sagrado de uma combinação rápida, de como todos esses instrumentos podem tornar um grande som legítimo, agradável, calmo, potente e aí está sem nenhum esforço, nenhum trabalho excessivo, nada. Isso quer dizer que presenteados estamos pela potência de Deus em nós; não nós que discutimos a potência de Deus, a potência de Deus em nós. Basta esta retenção e a potência de Deus se expressa. Sem esta retenção o mundo se expressa através de nós e nos esmaga, nos retira tudo e entendemos que temos tudo dele. Quanto temos uma fração, ele já tirou tudo e ficamos com uma fração bem pequena; crede vós.
Este discurso todo é apenas para reencontrarmos algo que sempre traremos, já que é um rito deste Portal da Vivificação – Pleito Ecumênico da Verdade –; quer dizer que é um pleito de muitas Ordens, das mais antigas que não existem mais, dos Celtas, da Mesopotâmia, do Oriente, do Oriente Médio, a Fraternidade Branca; são Ordens que, dizem, estão extintas, mas o espírito da natureza destas Ordens está vivo. Um sinal claro aqui que dentro da fé e da irradiação da fé, nada pode ser alcançado em demonstração em todos os tempos, que não seja o elo Crístico; Ele manifestou a verdade e a vida.
A verdade e a vida originalmente são uma potência, uma arma potente para articularmos a potência de Deus em nós, que é certeira, ou a arrogância de nós, que nunca é certeira. Isso traz algo: a presença, o postulado da presença; sem nenhum esforço instala-se em nós e estamos em presença.
Quando estamos em presença não estamos para lá e para cá, estamos em presença. A presença significa em si mesma que temos a postura em magnitude máxima perante a vida, a existência. Ninguém inventa a presença. A presença se instala ou não.
Em presença tem algo muito curioso por natureza: tem um descanso em nós que nos falta sempre. Quando descansamos de algo que precisamos muito descansar, que não faculta o sono comum, que não faculta estarmos parados, que não faculta qualquer possibilidade que inventemos, nesse descanso advém algo, ficamos gratos e algo em nós diz obrigado por qualquer coisa, grato por qualquer coisa, porque estou descansado e a vitalidade está crescente nesse descanso. Se estamos nesse descanso e a gratidão vem, temos uma integralidade, presença, descanso; gratidão sem nenhum esforço. Se isso reina, integraliza-se a oração e estamos orando por natureza. Orar por natureza significa que chegamos muito perto do Criador e muito longe da arrogância e da distância incomensurável que fomos penetrando por todas as partes. Este é o reino, é o princípio do grande reino que Cristo trouxe para nós: longe ou perto do Pai. Essa integralidade indica e traz um ímpeto natural para nós de corroborarmos com a vida, da eficiência de estarmos agrupados naquilo mais original possível entre nós e esse agrupamento do original traz ventura, traz bem-estar, traz agradabilidade e certeza. Isso não é levar convenções para vós, porque não existe nenhuma que possa alcançar isso sem retenção. O esvaziamento acaba com tudo isso e não temos presença, não temos descanso, não temos gratidão e não oramos. Apenas isso é a proposta deste Portal da Vivificação: em um consenso de muitas Ordens e de uma petição diante da lei pode-se alcançar um reduto que faça a retenção possível para que se prove que a retenção traz a presença. Fora disso estamos esvaziados, não há presença, estamos aqui e acolá; estamos tão embriagados que entendemos que tudo que pudermos realizar nesta terra por nossos interesses estará adquirido. Esse engano provém do etílico, da arrogância ou de termos recursos suficientes para entender que nesta terra, superior a qualquer coisa, pelo solo, pela água, por todos os seres, pelo invisível ou não invisível, por tudo que está a nossa parte, podemos o que quisermos; sendo que o que quisermos, enlaça, faz uma trama e de repente estamos como peixe em uma rede e nos acostumamos lá. O peixe não morre, está na rede, mas está só na rede, não sai mais, está entramado. Quem não está entramado?
É clara a proposta deste Portal da Vivificação: lá onde estiverdes, se houver retenção e não estiverdes vazios estareis em presença, em agradabilidade, em descanso, em gratidão e em oração por natureza. Somos pequenos perante tudo o que nos dá; comemos sementes e as sementes são absolutamente o trato do Pai. Ninguém faz sementes; comemos sementes e comemos o poder de Deus no interior da semente, e assim por diante.
Podemos, enfim, configurar coletivamente por empréstimo de milhares de anos de acúmulo científico, podemos, coletivamente, por algo de algumas toneladas no ar em propulsão. Aquilo é tão absolutamente externo que se entrarmos embriagados no avião, estarão embriagados no interior de milhares de anos de empréstimos, de um para outro, coletivamente. Qual o original nosso que está em qualquer parte de um veículo voador? Em que veículo voador com todos os apetrechos pode a ciência nos dar presença? Que espaço, em toda esta terra, daquilo que possa dentro deste acúmulo todo dar todos os confortos possíveis para todos nós que traga presença e descanso?
Podemos ser muito ricos quando temos retenção, a maior riqueza de todo este orbe, de toda os orbes do mundo porque ficamos ricos – ou estaremos pobres. Não há um meio, um mecanismo, não há nenhum molde, senão a revelação; porque quando estamos revelados temos um choque imenso. Então, tudo aquilo que entendíamos que estava em toda a nossa jornada pode ser um engano proporcionados por aquilo que éramos maiores e soberanos e de repente não somos, nenhum, uma pequenez. Já fostes a alguma parte nesta terra mais comum possível, mas errastes o caminho; tínheis certeza de que não errastes e estáveis distantes algumas muitas léguas e tivestes que retornar?
Entre todos nós agora estamos para algo além do ordinário, além do comum: podemos recepcionar, cada um de nós, em presença, o caldo que chega para nós; sem estarmos estabanados podemos recepcionar este caldo, alguém pega este caldo com uma colher, fala: recepcionai o caldo, comei este alimento.
Que possamos todos nós recepcionar o que é para nós devidamente porque estamos em presença. Pertinente a isso para cada um que está aqui, existe uma diligência que pode nos entregar algo; ou não consegue entregar o que precisamos e ficamos nos debatendo, enfraquecidos. Recepcionemos o que é para nós.
Secretamente cada um tem um caldo único por recepcionar, não é um caldo coletivo de uma panela só, é um caldo único para cada um. Esse caldo é um alimento, esse caldo pode alimentar das camadas nossas das mais grosseiras às mais sutis; por si protagoniza a capacidade do que pode curar feridas externas, internas, da alma e estais recepcionando.
Filhos que estais aqui, irmãos, onde estiverdes, se estiverdes em presença recepcionareis; de outra forma, morrereis de fome e não tereis o alimento que é próprio para vós. Se contardes que não é isso a este que aqui está, Eurípedes Barsanulfo, beijarei os pés, as mãos e tudo o mais.
A bússola sagrada é potência ou não potência; se não há potência, esvazia-se e ficamos fortes pelo coletivo, podemos dizer: sou deste grande país, desta grande cidade, deste grande veículo, desta grande casa, desta grande família e ficamos felizes coletivamente no âmbito de que a sós estamos absolutamente pobres; essa bússola está afiançada por tudo o que Cristo trouxe.
Todos vós, lentamente, o quanto puderdes estar em qualquer ambiente, que possais aqui estar, sem correria; alimentai-vos disso lentamente e tende a revelação quando se abrir o portão lá fora.
Bem-vindos mais uma vez. Eurípedes Barsanulfo. Na estadia daqueles que possam estar alistados para aqui estar, que se aproximem.
