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27.04.2022 Mensagem pelo Espírito Eurípedes Barsanulfo

Saudações a todos vós, a todos nós e a todos que aqui reinam entre nós, apenas invisíveis, como sempre tratamos. Neste rito sagrado de saudar o ato, saudações, saudar a ação, dar proeminente atenção a este ato; saudação significa saudar o ato; saudar significa dar atenção, revigorar a atenção, dar como premissa máxima a saudação entre nós todos. Todos nós saudamos o ato, este indicativo ato de todos nós aqui.

A premissa no interior deste Portal da Vivificação – Pleito Ecumênico da Verdade – é de que o ato significa para nós todos aquilo que estiver imbuído em nós que saudamos em totalidade, qualquer que seja o ato, já que o ato faz parte de um indicativo divino no interior da natureza humana, que somos todos nós que temos todos os indicativos, um por um de estar e ser na natureza humana, senão não seríamos da natureza humana. Se tudo o que inteligencia entre nós fizer parte da natureza humana, aqui reinamos e a inteligência entre todos nós e todos vós está na premissa que tudo o que faz de nós a possibilidade do percurso e da progressão, retornando mais uma vez à natureza humana seja onde for e como for, está neste tecido, o tecido da vida intercomunicante, em manifestação sempre. Não há como não estar em manifestação, o moribundo está em manifestação, o próximo capítulo do moribundo está em manifestação, o organismo físico está em manifestação, a natureza real desse ser está em manifestação e estará em manifestação neste grande tecido. Sabeis qual é esse grande tecido que, principalmente, faz alarde para nós dia e noite lá fora onde vivemos, onde todos vivem? Um tecido imenso em manifestação. O moribundo está em um tecido em manifestação; quando desencarna, todos os elementos da terra se manifestam por aquele corpo e fazem retornar de onde veio. Isso é uma apólice de um milagre e esse milagre quem realiza?

Nesta apólice, nesta saudação que temos aqui, todos nós, saudamos o ato em magnitude máxima que podemos saudar, de aqui estar e prodigalizar que neste ato em manifestação, mesmo quieto há uma manifestação imensa em um tecido imenso e preconiza que uma petição dentro da lei do indicativo deste Portal da Vivificação vai fazer valer algo a se instalar nessa terra: a possibilidade de um tipo de retenção do que é divino em nós que chega e nos faz manifestantes. Todos os elos possíveis que temos lá fora que nos chamam continuamente, escutando ou não escutando por esses ouvidos, seja por onde for esse manifesto e esta propriedade fica um tanto retido para nós. Quer dizer que eliminamos um pouco grande parte dos fios que nos chamam continuamente e dificultam, impossibilitam algo inacreditável: estar saudando os atos. Os atos vêm de lá, vão para lá e multiplicam-se de tal maneira que não há possibilidade de se saudar o ato. O ato fica se multiplicando ao léu, se abraçando ao léu constantemente; mesmo quando o organismo físico nesta terra tem precisão de dormir todos os chamados continuam.

Se estamos em uma locomotiva ou em algo que transita e nos leva podemos adormecer e todos os laços daquilo que transita estão em nós, para nós, estamos lá e quando acordamos rapidamente temos a certeza de que estamos em uma locomotiva; essa locomotiva grande é a vida em manifestação de todos nós lá fora, uma locomotiva gigante.

Na particularidade desta retenção, sabei todos vós, há algo distinto entre nós aqui. Isso que está para todos nós é a possibilidade deste Portal da Vivificação de demonstrar, trazer a possibilidade de revelar que aquilo que entra em nós da potência de Deus, se estiver retida, estamos íntegros, estamos em saudação e estamos presentes. Apenas para demonstrar que no reino que habitais saudar o ato e estar presente é algo não permitido, então, vasculhamos por todos os cantos todos os chamados e estamos exaustos disso, mas nos acostumamos com a exaustão; nem sabemos mais o que é descanso, simplesmente nos acostumamos à exaustão.

O descanso, a presença e estar presente são da natureza humana, naturais para nós, não são antinaturais efeitos de esforços, são naturais para nós, só que perdemos isso em multiplicidade de atenção neste grande mundo e não temos mais domínio.

Não podemos realizar o ato de meditar e, nesse ato tudo o que nos chama vai cessar. Quer dizer que no efetivo do que é tratado, a grande meditação significa que todos os chamados desaparecem, estamos íntegros e presentes.

Meus queridos irmãos, estar presente é um feitio da natureza simples em nós, não a complexa. A complexa é o que todos viveis lá fora, como este também viveu lá fora, como também este (médium) vive lá fora. Todo o complexo místico de todos que já souberam e sabem o que significa saudar o ato é meditação absoluta: se saudamos o ato e esse ato está íntegro entre nós, íntegro porque tudo está junto. Integridade quer dizer que nós não temos apenas uma cabeça, temos todos os modos da capacidade humana, todos eles ao mesmo tempo, do básico até em cima; dizem alguns que temos sete polarizações, sete pontos principais, outros dizem nove, outros dizem onze e outros dizem que são muito mais; não importa; são as entradas das irradiações sagradas em nós e nos fazem vivos ou mortos, ou em progressão, seja em qualquer parte, em todas.

No ápice da criação do gênero que somos desde o princípio, havia estes sete pontos e são ancestrais. Quer dizer que são ancestrais não medíveis fez pelo tempo, de modo que ultrapassa a grande equação do tempo, ultrapassa tudo. Como estamos na equação do tempo, no módulo do tempo, na grande equação de toda a ciência, como é tão dito aqui, como ultrapassa quer dizer que tem uma velocidade a mais; estamos em uma velocidade a mais. Não é a cabeça que está em uma velocidade a mais, a nossa integração está. Isso não é um trabalho nem um esforço, é simplesmente o que sempre foi natural, é a natureza simples nossa que surpreendentemente, associativamente em um grande civilizatório perdeu-se e ficou separada, a cabeça está separada do emocional separado da concepção, da geração, do saber, do conhecimento; tudo separado. Se isso estiver integrado é a presença, é o estado meditativo máximo, mas não há esforço aqui, nem pregação nem medidas de esforço. Queremos dizer que isso é da natureza nossa como seres humanos, um prodígio e fomos deslocados disso. Como fomos deslocados por muitas vidas, só entendemos que existe esse deslocado, não existe integração. Por isso está o edifício do Portal da Vivificação que quer dizer um pórtico onde há a possibilidade de vivificar aquilo que o mundo mortifica e podemos ter a revelação disso.

Quando a revelação acontecer vamos dizer que entendemos que somos, mas não somos. Somos um quantitativo e qualitativo externo constante, mas somos da natureza humana; de um reino onde o espírito prepondera e esse espírito tem uma progressão e sem o alicerce de sabermos que em um instante podemos estar em presença, o que retira? O monopólio de nossa cabeça vai querer entender o que retira e vai entrar em um esforço enorme, vai desgastar-se, cansar-se porque jamais uma parte da natureza humana pode saber, só a integração; íntegros, inteiros.

Quando na qualidade da concepção da natureza humana essa concepção concebe, quer dizer que tem prodigalidade de trazer outro ser e, no ato da concepção estivermos tudo separado, estamos à mercê. Grandes místicos orientais sempre trouxeram, a concepção na integralidade é um milagre ou é apenas um feitio que vai para todos os cantos; é a supremacia que pode nos devolver ou tirar a luz.

Isso não é comportamental, não estamos em um lugar de castigo nem de pecado, nós estamos no lugar onde grandes videntes viram onde esvazia-se a possibilidade de nossa potência máxima dentro da natureza humana ou ficamos em sequelas, divididos e arrogantes.

Sempre trataremos disso, todos os que se manifestarem aqui. Existe um rito que se completa neste Portal da Vivificação: a potência traz a presença; o contrário disso traz o feitio de que não abençoamos o ato, não atendemos o ato. Será que é o simples que é para nós, não o complexo e perdemos o simples, entramos no complexo e todo o civilizatório complexo não é simples, mas é feito da simplicidade?

Quando a grande inteligência acende a inteligência em nós, essa é brilhante, ativa, é calma e, mais do que tudo, é tudo o que precisamos e mais nada; sentimos muita falta disso.

Em presença, um estado de presente, simples, ativo, mas simples; nisso, no estado de presença o que indica que é estado de presença é que não existe ansiedade, nem para lá nem para cá, a ansiedade desaparece. Existe um feitio de presença que não está um pouco para trás nem um pouco para frente que nunca alcançamos. Como já tratamos muitas vezes de um alimento que está na frente de cães que nunca alcançam, só correm e percorrem. Quem é o dono do alimento que faz o cão correr?

Em estado de presença a qualidade do ser e do espírito prepondera. Quando prepondera toda a natureza falsa em nós desaparece e todos os seres ficam milagres. Quando enveredam os seres na complexidade o milagre desaparece e tornamo-nos o quê?

Em presença, algo natural neste rito que acompanha outro rito: entramos em descanso, não em cansaço; é natural e simples. O que é o contrário sempre?

Quando descansamos há algo em nós que tem uma gratidão incontida, ficamos gratos, como se estivéssemos em uma locomotiva em que não houvesse assento e tivéssemos um sono maior do que todos os sonos do mundo, uma vontade de descansar e alguém se levanta e diz: sentai; a primeira coisa: “que gratidão; grato, estava desesperado pelo descanso”. Se estivéssemos em uma locomotiva e não tivesse assento e todos estivessem em pé profundamente cansados, querendo simplesmente descansar e quando chegam para nós, que gratidão, queremos encontrar aquele que levantou em algum lugar para dar-lhe um presente.

Não há esforço, estamos gratos. A gratidão dentro do próximo rito, onde tudo isso ao mesmo tempo se abraça, entramos em oração, simples, sem nenhum esforço e o que é o contrário disso? Que peregrinos somos no contrário disso?

Quando entramos em oração existe uma conexão em nós que se acende, não do lado de fora, em algum lugar: a da fé. A fé significa não aquilo que foi imposto para todos, a fé significa um elo com o Criador na magnitude máxima.

O cognitivo disso quer dizer que entramos em oração, porque algo desperta em nós que somos realizados, concebidos, gerados e mantidos; não somos alguma coisa à parte da criação.

Se entramos em oração tudo se encaixa nessa totalidade nossa, de baixo até lá em cima; ficamos integrais, nem sabemos onde pensamos, se pensamos embaixo, no meio ou em cima, onde está nossa inteligência, onde está o nosso grande conhecimento. Será que o nosso conhecimento, o nosso saber está na cabeça?

O próximo rito que integra tudo: podemos por natureza simples, por direito, recepcionar o que é para nós, de nós de graça, por isso chama-se Graça, encontrar a Graça. A Graça não está no contraponto do que acumulamos em espécie, é de graça, de uma Graça. A Graça é perpendicular, não é horizontal, chega para nós já no princípio neste grande tecido. Há algo por nós desde o princípio, podeis chamar do que quiserdes, anjos especiais, anjos da guarda, nosso guia, a voz; uma voz que todos ouviram que conversa e trata claramente com todos e não erramos um passo, já que essa é o diretor do grande retorno que temos e precisamos.

Recepcionai! Podemos recepcionar nesta integração de baixo até em cima ou de cima até embaixo, simples, sem nenhum esforço.

Quando acontece isso, é como se acendêssemos uma lâmpada em nós; essa só se acende quando há integração; temos um alívio. A Graça traz um alívio e uma certeza, não sabemos de onde, traz uma certeza; quando temos uma certeza agradecemos também, porque estamos em múltiplas dúvidas e alguém traz uma certeza, nós agradecemos, ficamos gratos e queremos dar um presente pela graça de estarmos certos. Estamos recepcionando, todos nós.

No terreno da angústia, no terreno do grande débito externo que temos, todos nós; nesse débito falta-nos algo. Que nesta recepção possa estar preenchido esse lugar que falta.

Sabei, essa é a pretensão do Portal da Vivificação para que tenhais uma revelação: quando o mundo nos faz devedores ou nós nos fazemos devedores, temos um débito e o débito dói, desta vida ou de muitas vidas, onde a consideração pelos atos foram absolutamente inconsequentes e saudamos o ato da vida e da manifestação da vida como quisemos, a bel prazer. Significa que um rito divino para nós, para todos vós que aqui estais, seres milagrosos, ancestralíssimos na confecção divina é o máximo; e o que é o mínimo? Um operador, um escravizador, um escravizado externo ou um gigante de uma pátria do tamanho de todos os universos juntos?

Há algo para encerrarmos, sabei, estais recepcionando. Às vezes entendemos que precisamos recepcionar no centro do peito, mas estamos recepcionando na bexiga, estamos recepcionando naquilo que os nossos organismos físico e extrafísico, dos mais sutis precisam desesperadamente. Não precisais entender onde; onde a premissa por maior estareis recepcionando. Depois tende a revelação de como podemos estar esquecidos de tudo isso; do que acontece nesse tecido que entramos em esquecimento.

Esta paz viva e ativa que percorre todos os nossos ânimos e tem uma realidade aqui está retida entre nós. Se abrirmos tudo isso essa desaparece na imensidade civilizatória, como se fosse gotículas caindo por tudo. Que esta paz viva e ativa possa percorrer todos os ânimos, os mais indigestos, os mais sutis, os mais grosseiros e que tenhais, todos aqui um lugar para estar como quiserdes antes de vos despedir rapidamente.

Saudações a todos vós, a todos nós e a todos que aqui estão; somos todos iguais. Não devemos nada, só devemos aquilo que nos faz devedores; em fundamento não devemos nada. Em fundamento não há alguém gigante em espírito que está no interior da caridade. Aqui não é o reino da caridade, aqui é o reino da revelação. Na caridade o grande faz caridade para o menor; aqui não tem grande nem menor. Somos em fundamentos um milagre ou somos o fundamento da imbecilidade humana que faz entrarmos no sofrimento, não no milagre.

Que assim seja.

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