Portal da Vivificação
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20.04.2022 Mensagem pelo Espírito Abigmael

Bem-vindos todos vós, bem-vindos todos nós, bem-vindos todos os seres que aqui estão, visíveis ou invisíveis aos vossos olhos; visíveis e invisíveis ao que possamos tocar, sendo que o existencial é o mesmo. Somos todos este existencial.

Mais uma vez, no apetite deste Portal da Vivificação – Pleito Ecumênico da Verdade – que pleiteia por princípio, por indicação fazer revelar-se tudo aquilo que podemos trazer, reter, formatar e vivificar aqui, tudo aquilo que este grande gigantesco mundo que habitais, este grande mundo civilizatório que circunda todo o globo com alguns bilhões de seres; no constante disso, no princípio de todas as vozes da natureza humana, do espírito, recordai todos vós: por uma petição, por uma lei dentro da lei, da lei original, não a lei edificada associativamente lá fora que sempre é relativa, um instrumento da lei coletiva e aqui em um instrumento da lei, onde a petição é direta e, nessa petição, um convite para aqui estar este Portal da Vivificação, onde vários gêneros e graus da natureza humana aqui residentes, encarnados, uma multiplicidade de desencarnados e de muitos planos vigentes e a capacidade de o espírito se manifestar através de um intermediário. No tocante a isso, na antiguidade quando a originalidade da natureza humana se expressava e onde estivesse mais próximo ao Criador era muito natural, havia seres em todas as partes deste globo e muitos eram intermediários do espírito. O intermediário do espírito fazia parte do rotineiro da vida e da manifestação nesta terra; desde o princípio, o que podemos dizer o silvícola, o aborígene, a grande e imensa África era muito natural. Quer dizer que sem esta apólice do espírito todos relativamente estavam perdidos, porque o contato com a vida era de uma importância extrema e viviam em extremos. A contingência civilizatória trouxe este relativo aconchego; não há tanto desespero pelo espírito, não há tanto desespero por aquilo que o espírito pudesse edificar e trazer das matas, dos líquens, da terra e dos minerais e que pudesse sobreviver a espécie em circunstâncias onde nada mais do que a razão direta da vida estava. Isso era muito natural, mas do crescente disso, onde as margens do favorecimento do conforto tornaram a comunicação e o espírito muito distantes, temos todos os proveitos desse civilizatório; não precisamos da comunicabilidade; temos todos os efeitos da grande ciência em todas as modalidades possíveis desta vida, estão em cada esquina. O proveito de podermos nos alimentar também está em cada esquina e a urgência desapareceu.

No quesito desta manifestação e desta petição legal estava esta possibilidade e o quesito do Portal da Vivificação significa trazer a revelação do esquecimento natural humano onde toda a inquisição civilizatória fez-se e somos ingredientes de uma grande receita lá fora. Os ingredientes dessa grande receita, quando batemos todos, como acharemos o original? Como separaremos o original desta grande receita batida? Assim que nascemos reencarnamos de modo que a origem não tem a menor importância – somos uma receita. A qualidade de estarmos no interior da receita não importa mais, nem aos nossos semelhantes, nem para onde quisermos, onde a nossa sobrevivência está.

Condizente a isso nesta petição sagrada dentro da lei está que pudesse haver uma retenção simples e natural que chega para todos nós do Criador, salientando sempre todos aqueles que se manifestam, salientando que temos na civilização por nós mesmos todas as resoluções; temos os nossos pensamentos, a nossa razão, os nossos sentimentos, os nossos instintos, temos todo o colegiado possível do saber e do conhecimento e tudo isso nesta residência que possa estar e de que possa atingir a todos vós, a todos nós e estar um tanto retido, quer dizer que se tiver retenção, em uma caixa que não tem retenção tudo que adentra sai e fica sempre vazia. Essa caixa d’água que fica sempre vazia sustenta em multiplicidade de capacidade, mas está vazia; entrou e está vazia. Quando é possível esta retenção, algo surpreendente entre nós dentro desta petição do Portal da Vivificação, quando há esta retenção, essa é sagrada; ficamos mais próximo da origem e tudo o que inclui nisso não é um apêndice. No interior desta lei específica desta possibilidade aqui reinamos, mas este Portal da Vivificação e esta retenção se multiplicam; cabe nesta retenção alguns milhares de seres apenas invisíveis aos nossos olhos; na contingência disso, todos eles, todos nós, todos vós e todos estes que aqui estão invisíveis aos vossos olhos, tornamo-nos mais próximos, mais íntimos; não resolvedores da vida, mas manifestadores da vida. Eis que essa proximidade está cada vez maior! Eis que no tocante a isso, a todos vós que aqui estais algo está por revelar o que retira isso; que condicionante lá fora retira tudo isso que a nossa caixa fica vazia? Estando a caixa vazia, só olhamos para todos os lados onde essas águas vão e temos o sabor coletivo associativo do mundo. Então, olhamos para o mundo e temos um reflexo de nós mesmos neste grande mundo lá fora e temos a ilusão de que somos uma particularidade, um ser espiritual vigente, filho do Criador absoluto e total; nenhuma possibilidade de reinarmos, de tirarmos por nós mesmos toda a competência da vida e tudo aquilo que nos alimenta. Se um pensamento vem para nós ou está em nós e pensamos, imediatamente esse pensamento está em todas as partes que tomam conta desta vida, daquilo que faz parte de nossa vida, daquilo que entendemos que retribuímos nesta vida. Olhamos para tudo aquilo, então, somos um pensamento, um pouco daqueles que estão no interior da residência. O nosso pensamento é materno, é paterno, é filial, é organizacional. O nosso pensamento está naquilo que faz da sobrevivência humana de podermos estar alimentados, de que todas as necessidades fundamentais estejam presentes; nossos pensamentos imediatamente não têm a origem necessária para estarmos mais na proximidade da criação, do Criador, porque tudo, em aparência, este grande mundo nos dá. Não estamos aflitos em uma mata, uma selva, onde o inexistente que existe uma esquina, porque há caminhos em uma esquina, não há esquinas e a conexão em espírito e o conhecimento direto do espírito que pode nos levar ao medicamento que pode nos curar, um alimento que nos pode nos alimentar, mas isso está muito longe. O Portal da Vivificação quer dar a revelação desse longe, do quanto estamos longe e do quanto somos coletivos; perdemos a origem, é bíblico. Parece que em um instante fomos empurrados para algo, que perdemos a origem e ficamos coletivos; temos que nos alimentar, sair correndo para nos alimentar e trabalhar muito. Isso ficou simples e comum, isso é bíblico.

O que afastou da origem e que convivemos de um modo que tudo é externo? Se precisamos de dois pratos de alimento, poderemos multiplicar em 2000, 5000 e ao nosso lado pode ter alguém que não tem nenhum. Como é gerada essa possibilidade e entendemos que tudo é muito comum?

O centro gerador de tudo, que é muito simples, nosso Pai, Deus Todo Poderoso, formatado de tantas e tantas maneiras que possa se expressar, que absolutamente tem o seu reino e está em tudo e, não por acaso, que possamos entender que Deus está lá no céu e muito longe; Deus vos alimenta, gerou-nos, criou-nos e cria.

Não criamos a capacidade de pensar; não fomos macacos um dia, que não pensavam e se manifestavam para depois progressivamente pensarmos; o pensamento veio e a natureza humana ficou residente e se manifestou por toda esta terra devastadoramente, pisando em tudo como se fôssemos maiores de tudo, devastando, criando apólices de milhares de enganos e virou tudo muito comum.

Neste manifesto todo, desde o princípio de toda essa devastação existe uma carga em todo o orbe, de nós da natureza humana, pesada, negra de tantos desaforos perante a criação. Essa carga pesada todos nós sentimos, mas ficamos acostumados; parece que a Graça desapareceu, não há Graça, não há bem-estar sagrado, não há bem-aventurança; apenas nos arrastamos, mas se temos equipamentos que nos arrastam melhor, que ótimo; se temos veículos que nos arrastam melhor, que ótimo, mas ficamos nos arrastando dentro do veículo.

O que articula o verbo no interior deste Portal da Vivificação é dar possibilidade desta revelação, isso quer dizer que amanhã tomados pelo mundo podemos dizer para nós mesmos: depois de amanhã não estarei; porque estareis, ficamos impotentes e ficamos anestesiados.

O que de complexo existe em tudo o que tratamos e manifestamos? Apenas o que está próximo ao Criador ou que se distancia; aquilo que está em esquecimento do Criador, mas essa graça desaparece, mas a civilização aparece e nos dá tudo.

Que nesta revelação, dia após dia, seja: o que retira a Graça da minha vida, o que retira a Graça onde a minha família reina, onde os meus semelhantes reinam? Onde está a Graça, onde está a gratidão e um bem-estar de ser filho e ser algo que vem do grande mistério e esse grande mistério estar em tudo, em nós, de todas as células e cuidamos dentro de uma inteligência que está oculta em nós, mas realiza por nós?

Termos uma ideia que Deus está em nós é uma coisa e termos a revelação de que Deus, apenas Ele, gera a possibilidade de qualquer existencial em nós, que cremos ser, inventamos ser, superiores a tudo isso é outra. Superiores onde?

Por acaso, como encarnados sois mortais e todos que estão desencarnados, naquilo que tem o apetite de todo este civilizatório estão vindo, são pegos, atracados, são sugados e quando veem estão chorando entre os braços de uma mãe; pensais que esses que estão chorando nos braços de uma mãe são o quê? Vós e todos que estão aqui em circuito sem parar, cada um que vem para esta terra, já vem com tudo isso, traz consigo. Quem fez a potência deste que chora de chorar, de ter apetite? Partindo disso, estamos saindo lá do grande esquecimento e retornando ao interior desta potência que faz algo muito intrigante: traz a nossa presença.

A presença, recordai, não é uma cabeça que está presente; a totalidade do nosso organismo inteiro está presente, nosso ser está presente sem nenhum esforço. A partir disso, qual é a revelação onde estivermos lá fora, impotentes, esquecidos, tomados pelo mundo e com medo atroz?

No interior desta potência todos nós, todos os residentes e todos os muitos que estão aqui, como nós absolutamente, como este que se expressa; eis que este reino fica mais potente e ficamos mais simples!

Tudo aquilo que gera em nós arrogância, mais, em todos os dias possíveis de todos os caminhos e jornadas, intercruzamentos e esquinas, ficamos simples. A residência dos simples é a nossa totalidade; é o mais próximo que estamos do estar original. Não precisamos de algo acontecer que seja favorável para que fiquemos um pouco mais abençoados, o abençoado próprio de cada um traz o benefício para tudo que está em volta por si só.

Eis que estamos em presença! Estamos simples e algo intrigante, nesta presença entre nós todos, ficamos mais autênticos porque a nossa natureza combina em totalidade. Quer dizer que a verdade de nossa comunicação é na simplicidade, quer dizer que é o único lugar onde nos comunicamos entre os seres, entre os nossos semelhantes, quer dizer que quando a caixa d’água sobe ficamos em presença. Quando a caixa de água sobe a simplicidade faz com que tenhamos um contato, um contágio com o nosso próximo, com os nossos muito próximos, porque todos os vossos próximos são filhos do Criador, gerados, criados, mantidos e sustentados; não são articuladores de imagens, de ideias, não são formatadores em divisões, em seções, em compartimentos que se discutem.

Como somos um complexo existencial, esse complexo existencial faz parte deste mistério sagrado. Mistério quer dizer estar por ser sabido, mas este mistério só sabe no interior do que sabe na simplicidade, então, nós sabemos.

O pensamento não fica obrigatório, abraça-se à razão, o pensamento e a razão abraçam-se ao emocional, que se abraçam ao conhecimento, aquilo que podemos saber; que se abraçam a um instinto mais longínquo que fez perpetuar a espécie, o oceânico, gigantesco.

A simplicidade faz esse abraço natural e a arrogância desfaz porque ficamos semideuses nesta terra e sabemos porque queremos, queremos porque sabemos, entendemos o que quisermos, sendo que não dá certo e a graça desaparece. Quando a Graça desaparece ficamos mais doentes, ficamos mais fracos, ficamos mais deprimidos, mas temos todos os veículos do mundo, qual quisermos.

Neste circuito que se torna o rito neste Portal da Vivificação que invocamos através do verbo, através da retenção desta caixa d’água que sobe, simplesmente daquilo que entra em nós e não sai por milhares de canos, que a nossa atenção não esteja subdividida em todos os meandros, em todas as partes e toma conta, torna-se dona dessa grande viagem e a Graça desaparece, o milagre desaparece, mas ficamos espertos.

Este rito sagrado constitui esta presença entre nós, a presença deste ser vivente espiritual que sois vós e que está presente.

Quando esta simplicidade e esta presença por si só, sem nenhum esforço reinam em nós, floresce em nós algo surpreendente: ficamos gratos, já que há um descanso inconcebível, o grande descanso e a grande filiação ao Pai, ficamos gratos, já que tudo lá fora não é descanso, mesmo que queiramos descansar. A gratidão faz parte desse florescimento conjunto. Se em um instante a arrogância pessoal de cada um estiver aqui, tudo isso desaparece e ela se manifesta externamente. Isso é revelação! Descansados em fundamento, gratos, uma gratidão pelo descanso, a oração é natural, já que em presença, sem nenhum esforço a simplicidade se apresenta; ficamos reunidos e a gratidão entre todos nós e a oração significam que temos o contágio com os nossos semelhantes que são absolutamente iguais – um mistério absoluto e total. O que separa isso é apenas a arrogância humana. Não era possível, no princípio, a natureza humana se manifestando nesta terra, os silvícolas, como se diz, sendo arrogantes; o arrogante estaria morto, o arrogante sobrevive nesta terra como quiser, mas lá não sobreviveria. Esse conjunto existente trouxe a possibilidade de tudo, desde o princípio, desde fundamento manifestar o grande ser desta grande civilização. A simplicidade e a humildade profunda perante o Criador podem manifestar o espírito e o espírito manifestado pode dar tudo o que se precisava.

A nossa oração não é uma oração de pedintes, porque quando a Graça se aproxima de nós o pedinte desaparece, porque estamos conectados com a potência máxima desta vida e com o que essa pode trazer. O que o empobrecido dá ao empobrecido?

Esta é manifestação Crística: em primeiríssimo lugar o Pai, em segundo lugar o Pai, em terceiro lugar a manifestação do Pai através de nós. O que tira isso? Para o que tira isso não tem um medicamento que possamos passar a um regimento para amanhã; só há algo que pode: a revelação de que estamos impotentes, que estamos arrogantes, que estamos muito longe da Graça e que estamos manifestando através desta arrogância tudo o que estamos tratando para os nossos semelhantes que passamos para eles e ficamos felizes por isso. Quando eles abraçam aquilo que passamos vão passar para os seus filhos, os filhos vão passar para os netos progressivamente o esquecimento; porque quanto mais esquecidos, mas temos o ganho da propriedade; seja a propriedade física ou a propriedade de nossos semelhantes. Quando temos a propriedade de nossos semelhantes maculamos a vida, o espírito e isso custa caro.

Não há nenhuma novidade aqui; a única novidade é esta retenção e a manifestação do espírito através dessa entre nós. Quando a simplicidade nos alcança há a soberania de que só há mistério ao nosso lado.

O fundamento deste Portal da Vivificação, muitas e muitas vezes que aqui vierdes, são estes ritos simples: o que mortifica a natureza humana lá fora, porque é onde habitais. A revelação disso condiz que vamos ter uma luz que diz para nós: que esquecimento é esse, que escuridão que é essa?

Quando isso acontecer, existem muito seres por todas as partes sondando, olhando esse apetite, quando essa luz aparecer para que possamos nos aproximar, bater no ombro e dizer: segui-me. Mas, quando acontece isso podeis dizer: não quero seguir não, vou preferir esta escuridão.

Isso estará escrito; quando puderdes, recordai através da escrita o quanto ficamos esquecidos e o quando onde vamos ler estamos repartidos, será suficiente para no interior desta oração clamar pela verdade, mas precisais estar assim, em totalidade.

Nesta propriedade deste reino em manifestação há algo, uma paz viva e ativa como um som. Não é uma paz externa que buscamos, é um contingente natural para todos nós, um oceano imenso para nós, esquecidos, que não podemos, algo muito intrigante, recepcionar.

O que cabe a todos vós aqui é recepcionar o que é para cada um de vós, já que cada um faz parte de um mistério próprio, de uma combinação própria, de um condizente próprio e, desse condizente talvez vos afastais tanto que tendes uma saudade e não sabeis de onde é, onde está o vosso lugar, vossa pátria original.

Os seres que se aconchegam nesta pátria original, que possais recepcionar sem nenhum esforço e que esta paz viva e ativa percorra todos os vossos ânimos, do mais sútil ao mais grosseiro!

Como já dissemos tantas vezes, como um desvalido que perambula como uma criança que precisa parar para recepcionar o alimento, então, chama-se a atenção e ela abre a boca e recebe o alimento; esse alimento que condiz a inteligência divina que é para todos nós, que está por todos nós; no esquecimento diz ela não ter como entregar. Que possa entregar para todos vós, para todos nós, para todos os viventes que aqui estão.

Estamos recepcionando algo indizível. Quando estiverdes lá fora olhai em todos os lados quem pode estar recepcionando ou está em presença para recepcionar a potência de Deus em ação em nós, em tudo.

Que todos vós nesta bendita e simples residência possais vos aconchegar bem lentamente e, quiserdes permanecer, permanecei; principiaremos um novo circuito onde aqueles que estão direcionados para aqui estar vão estar.

Quando ouvimos lá atrás muitas vezes de nossos ancestrais: Bendito seja o Nome do Senhor, aqui tem significado.

Bendito seja o Nome do Senhor.

Que assim seja. Abigmael.

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