Portal da Vivificação
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16.03.2022 Mensagem pelo Espírito Madre Paulina

Saudações a todos vós e a todos nós.

Saudação quer dizer que saudamos o nosso ato; saudamos, trazemos em evidência, fazemos torná-lo de grande importância na nossa atenção. Isso é uma saudação. Saudamos o nosso ato, todos nós, o ato de aqui estar reunidos no interior deste Portal da Vivificação – Pleito Ecumênico da Verdade. Que possamos evidenciar o ato, este ato. Saudar o ato quer dizer que toda a nossa atenção está na propriedade do ato, saudando. Recordai sempre isso, todos os meus irmãos, todos os filhos que aqui estão, do Pai, irmãos por natureza em espírito, já que somos da natureza humana. A propriedade de estar e ser irmãos está em evidência aqui entre nós.

Recordai sempre, saudar, do verbo saudar; podeis recordar sempre lá fora como estamos saudando o nosso ato, fazendo-o preponderante. Como está preponderante o nosso ato? Simultaneamente todos vós e todos nós, querendo ou não querendo, isso é algo muito intrigante, querendo ou não querendo, somos o resultante de uma multiplicidade de atos em esquecimento total de que estamos saudando o próprio ato. Quando há o nascimento de um ser humano que vem para esta terra como todos vós, saudamos aquele ato em evidência e a evidência e a urgência são tão grandes que não há como não saudar o ato de um nascimento, de um caminho que se tornou e passa por tudo aquilo, estamos aqui, então, saudamos aquilo. Aquilo que está em evidência e chora também saúda do ato de retorno a estar encarnado nesta terra; existe urgência, força nas mãos, na garganta e tem uma grande urgência do ato de retornar a encarnado outra vez, mesmo que isso seja de alguma dor tão grande, a dor por aquilo que reencontrará. Saudará o ato da grande dor que está naquele ato de retornar a esta terra, mas a urgência aperta a mão e traz os brônquios na magnitude máxima. Isso significa saudar o ato; seja de qualquer espécie e montante e trajeto que seria, o trajeto que vai ser saudar o ato.

Implica que este Portal da Vivificação, como sempre para todos que aqui que aqui já estiveram ou não estiveram, não estamos empolgados em ir para frente, estamos empolgados no ato.

Ora, se tivermos uma luz do que significa o ato, poderemos ter uma luz de todos os atos; podemos ter uma luz do ato que estava saudando em vida e saudando o que fez realizar aquilo, que olha para cima e diz: meu Pai! Então, estamos saudando o ato, um ato completo.

Retornando, mais uma vez, dentro deste desígnio poderemos retornar por todo o circuito de nossa vida e recordar muito bem aquilo que saudamos por efetivo e por efusão, incluindo o Criador ou todos os atos da nossa vida que não incluíam nada disso; estávamos em esquecimento profundo e não estávamos saudando o ato. O ato nos saudava do jeito que quisesse, então, perdemos o controle, perdemos a nossa estadia e o ato tornou-se aquele que celebra a vitória na constante e no redundante momento, contudo, que está circundante, o grande ato. Depois tem o grande ato e saudamos o grande ato naquilo que podemos olhar à nossa volta e tudo será destituído; estamos cônscios. Está chegando a hora de saudar o grande ato, a vigilância desse grande ato é absoluta. É tão absoluta que como seria estar em devaneio quando estamos partindo deste grande ato em que chegamos e estamos partindo? Existe uma urgência, algo contundente, todas as nossas premissas estão desabando e deixamos para trás os nossos rastros, quer sejam em evidência os atos em que estávamos acordados ou os atos em que estávamos desacordados; os atos que estávamos em esquecimento profundo ou os atos em que estivemos premiados e que constam o Pai. Estamos tratando neste simples verbo e na contundência desse, este é o ato do Portal da Vivificação. Não estamos caminhando à frente depois de tudo que estava confuso não se confundir.

Premiando este ato, este contundente ato em que aqui estamos e reinamos todos nós de seres não habituais, o habitual em nós traz esquecimento, mas o nosso ser em nós mesmos não pode estar habitual dentro do que é urgência da vida e de tudo que estamos trazendo e revelando, trazendo à luz.

Queremos dizer que neste Portal da Vivificação, dentro da lei, todos nós assim daremos a reticência; existia uma propositura: trazer uma potência divina em um cercado; o cercado é este. Neste cercado existe uma cerca de algo que todos os liames nossos com o mundo, por enquanto ficam retidos aqui e os de lá de fora também, então como será isso? Não importa como será isso, importa que este reino esteja entre nós. Quando não subjugados por todos os esquecimentos do que significa o existencial através dos nossos atos que podem corresponder exatamente a isso que tratamos. No ato subjugado há uma tendência particular de que podemos entender do mundo como quisermos, fazer como quisermos, que não inclua essa boa ventura, que não inclua o Pai, podemos estar em devaneio e os atos estarão em devaneio; mas, se todos que reinam estão em devaneio e a profusão do ato não tiver a eficiência de estar desperto nisso, quando chegamos muito perto donde precisamos partir só recordamos de devaneios; onde está a propriedade real de nossa vida? Devaneios. Recordamos devaneios do devaneio que fazem o devaneio do devaneio. Qual a propriedade real existencial que temos nesta terra perante o espírito? Quando o espírito se apresentar teremos milhares de devaneios e o espírito dirá assim: o correlato de vós sem devaneios. O sem devaneios tem um rastro, é o nosso rastro em vigência de nossos atos, de nossa vida e daquilo que fomos para lá e para cá onde acertamos ou erramos muito e chegaremos para o espírito em devaneio. “O devaneio não nos interessa, não nos importa, queremos saber de vós. Quem sois vós que realizastes os devaneios?”. Tem todas as adversativas possíveis e uma delas é o mas: “Mas, eu tenho esse devaneio, mas; aquele devaneio veio também; mas, mas”. Quem sois? Cadê vós? Se nesse devaneio inventamos um devaneio que fosse de nosso interesse, desviamos de nosso caminho e vamos indo embora e era um devaneio? Confrontado o ato em devaneio em desvios encontra-se com muitos desvios.

Este é o propósito do Portal da Vivificação, apenas isso: o nosso ato. Temos nosso dom da natureza humana de ter devaneios, justificativas e santificações, sempre estamos justificados em devaneios, justificados e santificados em tudo, com isso não temos o contato real com o que nós somos. Quem sois?

Isso não é caminhar pelo difícil, é caminhar pelo fácil. O caminho difícil é criar circunstâncias, juntar devaneios, fazer equilibrar devaneios e equilibrar enganos.

Retornando à esta retenção que aqui está, esta retenção reporta, mais uma vez, dentro de um anseio de seres que traçam esta obra do Portal da Vivificação, que trouxe para nós uma possibilidade: nesta retenção podemos estar presentes. Em uma chamada oral dizemos o nome e se diz presente. Quando o estado de presente, de presença, isso é tão antigo, tão comum; parece que não existe mais a chamada oral da presença.

Que tal fazermos a chamada oral da presença e dizermos em silêncio: presente? Quer dizer que a cadeira não está vazia, está cheia de um ser da natureza humana. Isso é um milagre. Tornou-se banal através dos devaneios a realidade de estarmos nesta terra, neste orbe, num efetivo que tantas vezes tratamos: nascemos bem pequenininhos de um útero que fez nascer e desde a concepção até a geração Deus o fez. Até trazendo a possibilidade de realizar o feitio de que um ser da natureza humana, do elemento feminino tem um útero; todas tem útero. Acostumamo-nos que, por acaso, temos um útero e, por acaso, dentro da vigência desse útero em uma circunstância de um grande ato celebra-se a vida. Esse ato descortina que nunca teremos consenso; poderemos fazer que sabemos, mas não conseguimos saber. Tem um feitio de relevância, a concepção é relevante.

Descortinamos que na propriedade do ato, podemos descortinar e ter revelação de tudo. Se em qualquer ato de vossas vidas alguém ou vós mesmos questionardes sobre tal, tereis muitos devaneios, muitas explicações, justificativas e santificações. Qual o grande ato, o efetivo ato, sem devaneios, que diz por si mesmo? A vida diz por si mesma do que foi gerada, todos foram gerados e são mantidos. Isso quer dizer algo indescritível, que todos tratamos sempre: bem-vindos, bem-vindos; tudo traz para nós bem-vindos. Bem-vindos sempre, porque estamos chegando e quando bem-vindos estamos chegando na propriedade de chegar, não aleatoriamente, não falando sozinho, não em todas as circunstâncias que tratamos. Estamos chegando de fato, estais de fato todos vós.

Que devaneios poderia ter neste ato em que estão todos aqui, estamos todos nós? Nos devaneios tem algo que nos ultraja, tem algo que nos fez agradáveis em todos esses devaneios e também como tratamos a vida, como tratamos a nós mesmos, como tratamos nossos semelhantes pelo sem devaneios. Quem é que está bem próximo de vós em todas as circunstâncias sem devaneios? Que ato consiste do ato de fato de que algo está em proximidade?

Se saímos do devaneio, a propriedade do ato diz em si mesma em qualquer circunstância nesta vida; aquilo que diz por si mesmo é o que de fato apresentaremos para o espírito. “Sabeis, espírito, mas… Mas, sabeis, espirito, mas, por causa…; mas, espírito”. Em detrimento disso só valerá o ato.

No interior desta retenção trazemos o que a define; começamos pela presença; estamos presentes, sentados. Presentes em totalidade de nosso ato de estar presentes no Portal da Vivificação em uma cadeira, no consignado de vários seres que estão aqui.

Se estamos em presença há algo que caminha subsequente a isso por natureza: do cansaço temos um descanso; em presença o descanso chega para nós, mas o que acontece lá fora que não estamos em presença e o descanso não chega para nós? Estamos atolados em suposições, estamos atolados a tudo aquilo a que demos as mãos, tocamos e dissemos sim; tudo isso não para de alcançar-nos. Poderá estar na visibilidade, poderá que escutamos bem escutado, poderá naquilo que escutamos nada. Poderá que não escutamos nada, mas eles nos abraçam e perdemos a capacidade de estar em presença. Ficamos atolados e ficamos muito cansados, mas nos acostumamos com o cansaço também e poderemos ter, mesmo quando estamos cansados, também por estar cansado: mas, foi por aquilo, estou cansado por isso… Qual é o fato? É o cansaço. A discussão geral porque estamos cansados é no montante tão grande neste mundo que ninguém alcança o fato de simplesmente estar cansado no feitio de tudo que tratamos aqui. Temos uma agenda lotada e essa agenda lotada diariamente daquilo que nem sabemos que essa poderá nos chamar, nos chama e ficamos cansados disso. Ficamos cansados de uma agenda onde, porventura, tantas vezes estamos escravizados ou escravizamos e assim por diante, em uma agenda que, quando a Graça desaparece completamente estamos magoados e temos justificativas para isso, estamos santificados para isso porque somos santos e algo que não é santo nos magoou; assim por diante e estamos no cansaço.

Em presença, quando descansamos, o estado de descanso é de agradabilidade tão grande e faz parte deste mistério e deste milagre. Quem poderia dizer o que é descanso? Descanso é um estado que implica a nossa totalidade que descansa. Quando isso acontece nós ficamos gratos; há quem diz diga que é ateu e não acredita no Criador, sendo gerado, criado e mantido no estado da maior arrogância possível e totalidade de descaso, mas quando o cansaço é extremo e o abismo bem próximo está olha para cima. Quando olha para cima é a única salvação que tem, que quer dizer, Àquele que faz gerar, criar, manter sustentar a nós próprios. Isso chama-se gratidão, mas a gratidão é imprópria, nem estamos mais acostumados com isso, a menos que estejamos na beira de um precipício e por N circunstâncias estejamos na beira do sacrifício, na beira de uma suportável dor, de uma insuportável perda, de um insuportável isso, de um insuportável aquilo; de outra forma, pouco importa, pouco interessa.

A gratidão é um estado que tem uma conexão, uma ligação com a oração. Quando a oração reina, estabelece-se o Criador e a criatura. A vigência diz que nisso o Criador instalou em nós o próprio Criador e Ele abre-se como uma flor – o Criador em nós. Como poderia não ser o Criador em nós, se nós somos obra da criação? Mas, entendemos nessa hora, talvez, que o Criador esteja em uma altura infinita que podemos olhar para Ele. Como o Criador não poderia estar na criação, se Ele a sustenta? O hálito do Pai nos sustenta e sustenta o nosso hálito. Poderia alguém aqui, fora da criação dizer assim: vou fazer o meu próprio hálito, o meu próprio ar, o meu próprio alimento; vou colher a propriedade de algo que eu vou criar e gerar?

Que esta jornada nos leve à conexão Crística, já que a emanação, a irradiação ou o que quiserdes, nós nos encaixamos nisso. Isso está no quadrante da fé, mas será que a fé está fora e nós vamos caminhando rápido e a pegamos lá fora? A fé é algo em nós instituído que faz parte da natureza humana. A fé floresce.

Quando a fé floresce, temos este consignado de revelação: a potência de Deus em nós. Isso está no Evangelho do Cristo, apenas este mínimo detalhe, este mínimo apogeu está no vetor onde cobre toda a natureza humana, fora dela e toda a criação: a fé, uma conexão.

Sabeis por quantas vozes esta criatura que está aqui ouve sobre a fé? “Tenho fé na misericórdia de Deus e do Cristo que alcançarei a graça de ter um pouco mais para mim e um pouco menos para o outro; alcançarei a graça de que o meu filho se curará, terei alívio pela cura dele”. Por esta fé em Deus Todo Poderoso e no bem quisto, filho de Deus, pedintes de tudo, menos da petição principal: que acorde a potência de Deus. Será que é predileção? Será que esta fé prodigaliza algo de nosso interesse? E que tal que a fé possa gerar a potência de Deus nos meus semelhantes? É o único pedido que nós temos; todos os outros são subalternos e de interesses próprios; nesses interesses próprios não há limite. A fé lá fora está consignada até em interesses próprios e impróprios, dos piores possíveis, do um pouco melhor do pior, mas o maior de todos pinça-se.

Entre nós agora no estado natural da gratidão e no estado natural em oração, possais todos vós recepcionar aquilo que aguarda vos fornecer. Podeis dizer um espírito amigo, um espírito protetor, um espírito ancestral, vosso anjo da guarda ancestral, de tudo aquilo que queira muito que recepcioneis algo pela febre que se apresenta, pela urgência de Deus em nós, pela cura que seja o possível de nosso organismo físico sem merecermos; aqui está reinando isso.

Isso quer dizer que há uma intervenção natural. Não há algo aqui que seja tão mais gigante do que todos vós e de que possa realizar esta obra; realizais por vós mesmos apenas porque estais presentes. Quando não estiverdes presentes, isso não chegará; enquanto não estiverdes gratos não chegará; enquanto nessa gratidão nos aproximarmos através de uma fé que nasce em nós, que brota em nós, naquilo que poderia ser o avesso. E se fosse vós em espírito invisível, querendo dar, trazer o medicamento para o seu próximo e esse próximo se debate para lá e para cá e não alcança, nem tem onde entregar o alimento, o alívio, a cura, como ficareis? Como se entrega o alimento, o medicamento para boca de uma criança que se debate? Então, vamos acertar: e se formos crianças que nos debatendo e algo quer entregar para nós e não consegue?

Podemos chamar isso de uma Graça, porque é uma Graça, porque é muito lindo, porque é brilhante; porque é pacífico, mas vivo; não morto, vivo.

Escrevei em um pequeno papel e colocai no bolso e nunca mais tirai: presença, descanso, gratidão, oração.

No primeiro ides notar e dizer: não consigo estar em presença. É assim que fala: tenho tantos chamados que a minha presença é impossível, é como se tivesse milhares de fones tocando ao mesmo tempo. Mas, não somos santificados nisso, nós promovemos, demos o nosso endereço e onde demos o nosso endereço por todas as partes, através desse chegará para nós e nos dará sossego. O princípio não existindo a oração não vai desistir; pode existir no feitio de um comportamento, mas não tem fidelidade.

Recepcionai todos vós e que esta paz viva e ativa percorra todos os vossos ânimos; dos mais grosseiros aos mais sutis, aos mais secretos; das nossas intenções que se esclarecem ou das nossas intenções que se escurecem; que possais atingir isso e aquelas que escurecem que possais ter o flagelo de saber disso e querer iluminá-las.

Aqui está Madre Paulina, como sempre digo para todos vós que aqui estais, Madre Paulina fez parte da Santa Igreja Católica Romana e a partitura disso hoje, no interior deste Portal da Vivificação, digo que a fé é inútil, que a fé está escurecida de más intenções. Encontrei neste Portal da Vivificação a fertilidade no aposento da criação.

Esta Madre Paulina não é a prima de Madre Paulina nem é sobrinha de Madre Paulina e nem tudo aquilo que representei e represento; tem uma fila gigante atrás caminhando por muito tempo e de muito longe para fazer pedidos para Madre Paulina, dos piores, dos mais obscenos. Aqui está Madre Paulina.

Que assim seja. Que possa dar início a todos que estão pelo ato de aqui estar; estar sentado no próprio ato.

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