Portal da Vivificação
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13.04.2022 Mensagem pelos Espíritos Raquel e Sophia

Salve, filhos e filhas!
Mais um convite se faz entre nós, para nós e por nós e no que reina aqui entre nós, dentro deste convite, haverá uma atenção, uma intenção, algo que pode trazer o que sempre tratam os homens: a glória ativa vigente da circunstância do espírito da natureza humana, que sois todos vós e que somos todos nós, indistinguíveis na questão, no epicentro disso. No epicentro disso é que sempre reinaremos e trataremos no efetivo deste Portal da Vivificação – Pleito Ecumênico da Verdade, um efetivo mais simples, mais factual, mais intrínseco onde lá no centro onde orbitam todas as possibilidades que fazem a natureza humana e podermos gravitar em volta deste epicentro; somos efetivamente da natureza humana. Podemos discutir o reino do espírito ou não, podemos discutir se há vida após a morte ou não, podemos discutir o consignado do que produz e gera que são hormônios, o que produz, gera e faz a concepção, o que faz a manutenção e o sabor daquilo que nos alimenta incondicionalmente.

Todos vós, filhos, sabei, o Portal da Vivificação efetivará que todas as órbitas aconcheguem-se no epicentro, no centro, como se todos os elétrons pudessem simplesmente se condensar no centro da criação desse epicentro, o atômico. Que possamos todos nós estar no interior deste Portal da Vivificação onde só há um epicentro: somos da natureza humana; viemos do inconcebível e vamos para o inconcebível.

Na competência que temos nós, da natureza humana de conceber, podemos conceder ideias, podemos conceder o pragmatismo de toda a ciência, podemos conceber que podemos até discutir em órbitas, quanto mais distante maior, mas o inconcebível é indiscutível, é que respiramos, é que todo o aconchego desta órbita está nos elementos que nos sustentam, um abraçado ao outro.

Entre todos os elementos que toda a química, a física ou a quântica trazem, a ciência, não foi o homem que gerou, a ciência é um gerado que interpretamos, apenas isso. A ciência é convicta e não foi a particularidade de um homem em órbita que criou a ciência, apenas constatou-se por algo que constata e tem um epicentro exato, fazem todas as fórmulas possíveis e a que todo o reino traz, desde a roda, desde todo o cálculo de distância dos astros, essa se fez.

O máximo que temos dentro disso para alvejar, limpar e ter a percepção é que existe um cálculo já realizado. Captamos todo o meio científico de todo esse civilizatório lá fora acumulado dentro do conhecimento e da formatura de todas as fórmulas, de todos os dados e aqui reinamos, como reinais lá fora, entrando daqui a pouco em seus automóveis. Geramos automóveis, na concepção milenar disso geramos a combustão, geramos o efetivo de energia; factualmente somos gerados e o epicentro disso, único epicentro indiscutível, o Portal da Vivificação, traz assim: enquanto tiramos os devaneios vai-se o epicentro do indiscutível; o indiscutível é que somos perenes na capacidade de nosso organismo físico ser capaz de existir e também antes da constituição desse corpo e depois. O epicentro disso é dado a algo, uma petição de inteligências supremas deixarem nesta terra um istmo, um pequeno lugar do continente que adentra ao grande oceano, de haver um círculo circunscrito onde a retenção da potência divina em nós fica um pouco aqui, engaiola-se aqui como se todos os devaneios, todas as questões, todas as circunstâncias que estão em discussão se comprimissem; chegamos no epicentro máximo da natureza humana; tão difícil, não?

Orbitamos no epicentro do efetivo, somos em fundamento espíritos no circunscrito da natureza humana; o que há depois, antes, ou outro tipo fora da natureza humana, assim; fora da natureza humana orbitam seres por todas as partes em progressão que não são da natureza humana, mas da natureza humana há muitas camadas depois deste insignificante benefício deste corpo orgânico e continuamos em órbita daquilo que tem peso específico mais denso e daquilo que tem peso específico mais suave, mais sutil. Quanto mais denso, mais escuro. Quanto mais denso, a sensibilidade desaparece, há lentidão. Quanto mais sutil e suave, a sensibilidade é maior, a visibilidade é maior.

A grande questão para todos vós e para todos nós: será que somos filhos do claro, ou somos filhos do escuro? Ou o escuro não existe e só existe o claro?

A tendência é reparar que aquilo que se condensa e escurece afasta da natureza humana original e a potência gravitacional é para baixo. Quanto mais para baixo, menos potência da natureza divina, mais escurecido. Estamos falando de ciência gravitacional. Quanto mais sutil, ascende. Quanto mais sutil, mais próximo daquilo que é indiscutível: somos filhos de uma pátria muito gentil que, originalmente, dentro de um mistério que é indiscutível, a matemática, a física e a ciência demonstram, que por todos os cantos deste orbe em sete camadas que se multiplicam em sete camadas para cima, então, cientificamente, estamos falando cientificamente, estamos falando daquilo que, gravitacionalmente, dentro da natureza humana existe, isso é indiscutível; gravitamos em densidades.

Podemos constatar e averiguar densidade, claro, escuro, afastamento; no reino da criação constituiu-se assim. Deveras poderia ser assim, poderia ser do outro lado, deveras temos nós poder algum de um ser, um semelhante mais próximo ou não, que gravite em algo denso e que vamos lá e tragamos para cima, senão a lei soberba que traz, uma lei soberana e absoluta indiscutível. Estamos no plano do indiscutível onde a ciência não está paralela à natureza humana, já que a natureza humana efetiva a ciência.

A ciência é simplesmente averiguar e constatar de uma multiplicidade de formas que a nossa terra natal é redonda. É indiscutível que ela pudesse ser quadrada ou que pudesse ser plana, mas poderíamos estar enganados e saber que a nossa terra era plana e que não teria fim para o plano até que a ciência natural, interior da natureza humana, constatou, averiguou, acumulou conhecimentos suficientes de milhares de anos, fotografou esta terra e ela é redonda.

Estamos tratando de um tipo de assunto: do indiscutível. A discussão e a dúvida podem formatar-se de tal maneira que o desvio é enorme; o desvio leva a desvios e criamos desvios. Se há um desvio em uma estrada e há um cruzamento, quem chega no cruzamento pode dizer: posso ir para a direita, para a esquerda, para frente ou voltar para trás. No âmbito disso, se o que podemos discutir não for um mapa real, podemos criar e entrar em um circuito de enganos e adentrar a distância tão enorme e a muitos que criaram esse engano vamos nos juntar lá na frente em um engano gigantesco.

O que teria que haver quando houvesse uma luz nisso e soubéssemos que invés da direita, a nossa originalidade estava na esquerda e todos que ali estavam? Um profeta diz que precisamos retornar até aquele cruzamento ou ficarmos no engano e criarmos as nossas cidadelas nesse terreno que é muito longe do original, muito longe dos seres que fazem parte de nossa jornada e criamos uma cidade em um lugar que se chama engano e no portal dessa cidade estará escrito: bem-vindo ao engano. Na formatação disso existe uma regra naquilo que esse profeta possa dizer: precisamos de uma bússola. E qual o tipo de bússola para olharmos e sabemos que estamos em um campo de engano e, circunscrito a isso, qual é o caminho de retorno?

Se estivermos muito distantes podemos reunir todos e dizer assim: já estamos acostumados ao engano; formatamos no engano, trouxemos dentro do engano, fortificamos dentro do engano, construímos no engano, para que sair daqui? Apenas que no engano e muito distante do original existe algo muito estranho, escuro, insalubre, muito longe de qualquer certeza, de qualquer claridade. Talvez essa bússola caminhe pela claridade, leveza, sutileza, sensibilidade e amorosidade. Quanto mais longe disso, desaparecem amorosidade, sensibilidade, instinto ou apenas é a soberania de mantermos todas as residências nesta cidadela que se chama engano. Que tal, filhos e filhas?

Sabei, é muito simples esta bússola que se instala neste Portal da Vivificação; se houver bem-aventurança, certeza, se estivermos em gratidão profunda, ímpeto pelo sagrado mais que qualquer ímpeto da terra, então, nós temos a bússola, sim. Qual o contrário disso? Peso. O contrário disso é que entendemos que abotoar os botões todos os dias é significativo e abotoamos todos os dias, defendemos, como tudo aquilo que vai ser nada, damos herança ao nosso semelhante, seja qual for e a cidadela do engano se perpetuará e a todos aqueles que estão lá: mantende esta cidadela do engano, porque nós vamos desencarnar e voltaremos neste lugar mesmo, deixai esta pátria igualzinha e não mexei.

Vamos retornar a proeza da reticência deste Portal da Vivificação; existe uma retenção suficiente aqui para que possamos estar no epicentro da natureza humana, simplesmente fora de todas as discussões. No epicentro disso não estamos como planetas longínquos orbitando por todas as partes, estamos em presença. Não estamos em órbita do casual, daquilo que entendemos, daquilo que multiplicamos em ideias, daquilo que salpicamos por aí, daquilo que podemos fazer a nossa presença do jeito que quisermos. Só existe uma presença, não aquela que quisermos. O que quisermos não é presença e jamais vai ser. Presença é o efetivo de que saímos da órbita e nos assentamos no epicentro; o epicentro é o que somos da natureza humana, queiramos ou não; se não engolfarmos ar por mais de dois minutos estaremos desencarnados. Então, quem é e pode ser o suficiente gigante perante daquilo que simplesmente respiramos?

Existem técnicas meditativas dentro da respiração de místicos de todas as partes, se o epicentro está respirando está em órbita onde? Onde sois grandes? Na dependência absoluta de que no epicentro de respirar é o que sois encarnados. Quem pode decidir o contrário desse epicentro, das forças, da vitalidade e da capacidade orgânica de estar vivente? Quem pode, levantai a mão.

O epicentro é aquele que é indiscutível, vamos partir do indiscutível absoluto de que onde não estamos em órbita estamos em presença, sem nenhum esforço, porque todos os chamados, aqueles que colocamos em nossa agenda aos milhares não tocam mais nem nos chamam por um aspecto bem pequeno que aqui reinamos e existe um fator, é algo indicativo, é um fator, mas de grande indicação; quando em presença, automaticamente entra algo neste rito do Portal da Vivificação e temos um descanso.

O descanso não é aquele que formatamos, que desenhamos, que discutimos, o descanso floresce em nós e é algo tão indiscutivelmente agradável, traz em si mesmo agradabilidade, traz em si mesmo algo que reúne mais vitalidade, que reúne mais urgência original. Na apoteose deste descanso, naturalmente ficamos gratos. Quem não poderia ficar grato por um grande descanso em que depois abrimos a janela e temos um grande bem-estar da própria vivência? Naquela bússola, o que retira esse bem-estar da vivência quando abrimos uma janela que retira a incapacidade total de estar grato e de estar em descanso? Será que isso, nesta bússola que temos, não significa que apenas estamos demorando demais para alcançar a certeza de que construímos a nossa cidadela em um lugar que não é nossa pátria original?

Nesse rito do Portal da Vivificação, quando estamos em gratidão, acontece que olhamos para cima; isso faz parte do rito do Portal da Vivificação; um caminho científico porque assim o é, inexorável: nós oramos porque temos algo e tem algo em nós que floresce; que todos dizemos aqui, tudo implica nisso desde o princípio do homem, que significa o elo com o Criador e tem nome, porque é tão magístico, tão ancestral, tão dentro do mistério maior, que se chama fé.

A fé não orbita na discussão, porque neste trajeto essa simplesmente floresce. Existe um veredicto, ficamos menores onde orbitamos e ficamos maiores no epicentro, mas há algo muito integrante: todos nós e todos que encarnam nesta terra, aprendemos que temos que orbitar, orbitar ficou a própria vida, orbitar significa que fora deste epicentro não há descanso e orbitamos. Nesse orbitar tem o contrário e o que está favor, encontramos, no gênero de orbitar, seres que orbitam e coincidem o que orbitam. Nesse orbitar um diz: isso é verde e agradável e outro diz: também é verde e agradável, orbitando. Então, temos um conjunto de obra que se aproxima desse orbitar, mas que não está em descanso, que não está em presença. O orbitar jamais traz presença; é científico, é matemático. Então, orbitamos e orbitamos. Orbitar, no meio espiritual significa que estamos meio vivos e meio mortos dentro da competência humana; orbitamos para lá e para cá; quer dizer que estamos meio acordados, semiacordados. Muitas vozes disseram que entre uma camada e outra há seres que orbitam, andam para lá e para cá orbitando entre milhares que orbitam. Será que que é só lá que orbitam? Apenas nos acostumamos com as órbitas e nos encontramos através delas, na coincidência delas nos abraçamos em órbita, não no epicentro e temos a ideia de que ficamos grandes ou pequenos orbitando. Esse é o pronunciado de todos que aqui se expressarem do Portal Vivificação – Pleito Ecumênico da Verdade –, que quer dizer muitas Ordens que, dentro de uma bússola que o mais possível fosse se aproximando do sutil, daquilo que é inquestionável, daquilo que é brando, daquilo que se abre a janela e a vida chega; então, ficamos gratos pela vida chegar ou nos enclausuramos, orbitamos e quem faz a vida somos nós. Quando o esquecimento e a escuridão são tão grandes, passamos do limite da capacidade do instinto de saber que há uma pátria original.

A pátria original é científica, de todas as irradiações divinas que produzem a vida, em sequenciais mais refinados, menos refinado e mais grosseiro, do tamanho da vossa carne; cientificamente no epicentro. O esquecimento diz que está desaparecido que em tudo o que tratamos, que o benévolo é coincidência de interesses e que o malévolo é aquilo que torna os nossos interesses difíceis.

Está gravado aqui, a voz edifica-se e se faz de novo; que possais escutá-la de novo.

Nesta manifestação, nesta retenção, nesta presença, neste descanso, nesta gratidão podemos orar naturalmente sem nenhum esforço, sem petições baratas. A oração vem de algo na gênese e na co-gênese da nossa confecção como espíritos dentro deste mistério insondável; há algo em nós, um ponto, que é um ponto de ligação com o Criador que trouxe o desígnio deste som da fé. Quando a fé desabrocha em nós sentimos o poder deste tesouro divino e nos enriquecemos, a órbita desaparece e temos a revelação de que toda a discussão em nós está contra nós, é uma lei.

A ciência diz assim: fazei uma excursão às profundezas do oceano, verificai, constatai e trazei o mapa; vede como está lá, como os seres estão lá; cientificamente vão estar lá no fundo todos os seres; cientificamente tratamos assim e temos um plano científico, dados científicos. Cientificamente, quando nos aprofundamos nas profundezas das habitações da natureza humana tem um plano; constatamos, estamos revelados e é indiscutível.

Quando orbitardes bastante, sabei que estais meio acordados e meio dormindo, como em muitos mundos que caminham para lá e para cá; como encarnados e milhares de anos civilizatórios parece que não; parece que estamos certificados até do endereço que temos, mas de um endereço a outro orbitamos, de algo a outro, orbitamos e a presença desaparece.

Há algo para todos nós aqui em oração, em presença naturalmente onde estiver, seja o que for, estamos em presença, em descanso, em gratidão; em oração recepcionamos de um mar gigantesco aquilo que é para nós mesmos que aguarda desesperadamente para nos entregar, em qualquer aspecto, todos eles, do sutil ao mais grosseiro.

Na rua, ao encontrar seres que estão orbitando, olhando para cima, caminhando sem nenhum eixo e nas vossas mãos tiver algo para esses seres que eles precisam saber para receber, iríeis atrás dele por alguns anos e esse não receberia. Talvez sejam esses um pouco de nós.

Que possamos recepcionar porque estamos presentes e por aquilo que quer entregar para nós de toda a natureza possível dos seres que originalmente estão próximos e querem entregar o oceano da vitalidade, o oceano da paz viva e ativa que pode percorrer em nós.

Este oceano que se chama paz viva e ativa entre nós só é perceptível na potência desses quatro ritos, senão, está fechada a recepção; é científico; por isso existe paralelos de elementos, paralelos vibratórios exatamente por isso.

Eis para todos nós este efetivo simples que sempre vamos tratar, como qualquer rito que se manifesta e trata. Se não vier o convite, se no monastério, além do convite não tiver uma retenção, não é um monastério, é um apêndice de seres orbitais.

A eficácia em nós do epicentro, não em órbita, é absolutamente científica, já que a ciência traz algo de modo que seja indiscutível; isso é indiscutível.

Que esta paz viva e ativa percorra todos os vossos ânimos e que nesta recepção, nesta presença possais estar calmamente em qualquer recinto e ter a revelação do que tratamos. A revelação não é um lugar novo, revela-se por algo novo, uma luz incidente que não provém do escuro, provém de algum tipo de potência que explode em nós e podemos ver e saber que estávamos totalmente enganados.

Salve, filhos e filhas!

Raquel e Sophia. Que possam estar à frente aqueles que foram indicados para tal.

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