06.04.2022 Mensagem pelo Espírito Madre Paulina
Bem-vindos, mais uma vez, todos vós que vos apresentais, todos nós que nos apresentamos e todos os muitos que aqui estão, filhos, tanto quanto tanto nós, repletos da natureza humana; o grandessíssimo solfejo, a vida em manifestação.
Boa ventura entre nós, principalmente, quer dizer boa ventura. Boa ventura entre nós significa o caminho amplo, ventura é o caminho amplo. Bom caminho amplo para nós e que este amplo, aquilo que pode ampliar entre nós, amplie-se cada vez mais. Ampliar está no quesito de nosso mantra sagrado.
Que a disposição deste ímpeto no interior deste Portal da Vivificação – Pleito Ecumênico da Verdade –, que, dentro de uma lei efetiva, de um requisito efetivo apresenta-se aqui entre nós, entre seres especialíssimos com a capacidade de realizar a maior ventura possível para todos nós e o quesito significa que algo daqui não passa para fora e de fora não passa para dentro, mesmo que seja uma grandessíssima ou pequena parte seria o suficiente para demonstrar algo: a retenção de algo divino, todas as irradiações do Pai, aquelas que atingem-no constantemente. Essas irradiações vão tornar-se vibrações bem mais palpáveis. A irradiação está no Quinto Elemento e retidas estas irradiações que nos atingem, quer dizer que o solfejo do mundo lá fora não se faz repetir e tira-nos algo de premência, de urgência do maior quesito de todos os quesitos: o poder divino em nós que circunscrito, que arrebanhado em todos os nossos dons específicos nos fazem seres humanos, espíritos e dentro deste facilitador reúnem-se e algo é surpreendente: poderemos ter uma grande revelação. No quesito dentro da lei desta possibilidade, a grande revelação é o que retira isso neste grande mundo que habitamos, que através de mecanismos retira esta integralidade que nos faz presentes.
Existe uma disposição muito comum na estratégia da natureza humana dentro do coletivo onde essa habita: procura sempre grandes espetáculos e os espetáculos sempre custam caro e são muitos rápidos. Os espetáculos levam a nossa atenção para tal, de um modo que é equivalente a trazermos a atenção; quando o espetáculo traz a nossa atenção estamos presentes em qualquer espetáculo desta terra e de imediato, encerrando-se o espetáculo tudo desaparece.
Existe um quesito aqui, no interior deste Portal e é: o Portal da Vivificação e sua manifestação e a capacidade de reter isso que pode nos dar a grande revelação não é um espetáculo, é a potência divina apenas realçada. O grande espetáculo chama-se revelação; único propósito maior deste Portal da Vivificação: trazer a possibilidade de uma revelação.
O conceito da particularidade do peso específico de cada um e da manifestação onde encerra-se aí, onde encerra-se o condicional da psique, o condicional do emocional, o condicional de todos os outros atributos relativos a isso e que isso está nesse quesito do tempo; nós admiramos o tempo daquele que passou, daquele que meio que passou e daqui que estamos respirando. No quesito disso, a grande revelação.
Onde estamos presentes temos algo inusitado, aquilo que está lá atrás que é reinante e que existe aflora e traz para nós e temos uma presença onde todos os aspectos da vida reúnem-se e se faz uma presença, não o aspecto que está aqui e que, porventura, daqui um minuto ou daqui algumas horas está no futuro, que no amanhecer está no futuro, e que existe um passado gigantesco para trás, estamos diante de uma grande ilusão do que seja estar presentes.
A presença indica que há uma retenção do Pai em nós que permite reunir tudo; só assim temos presença e estamos presentes; de outro modo, estamos em muitos recônditos do que está lá para atrás e depois está o porvir. Nunca estamos presentes, estamos em módulos, mas isso tornou-se tão natural para todos que ficou natural para nós também. Todos estão em módulos. O passado, podemos distanciá-lo do modo que quisermos até o esquecimento, contudo ele é reinante. Podemos distanciar até muito mais, em vidas passadas em esquecimento total, mas ainda é reinante e somos os efeitos desse reinar de vidas que absolutamente como encarnados não recordamos.
No passado que recordais desta vida, esse passado todo que recordais desta vida, provavelmente dentro dele vos santificastes. Nesse passado todo estamos santificados, já que no que decorre do possível presente, em cada presente existem atos, intenções, habilidades de tudo o que é decorrente da natureza humana.
Disso tudo que nós tratamos aqui agora numa apólice a capacidade da natureza humana, olhamos aquilo entendemos o que quisermos. Então, justificamos que poderemos ter ódio ou nos justificamos que podemos ter uma amorosidade ou nos justificamos onde pisamos em nosso ato absoluto e total. Envereda que entre muitas faces, entre muitos módulos e muitas roupagens não sabemos direito quem somos.
Recordai, nesta potência que temos aqui agora, um tanto lá atrás; tereis dificuldade; e também em que apólice está o futuro onde estamos e a nossa atenção lá no que possa acontecer no futuro, sendo que o presente sempre é desgastado. Temos uma apólice de todo o passado, do possível presente e do possível futuro, já que o presente parece que é dolorido demais.
Todos vós, irmãos presentes, cada vez vamos ficando mais presentes e o presente em que ficamos não estará dolorido. Toda a apólice que temos de todo o passado, que possivelmente está em esquecimento, está no presente e dói. Investimos no futuro: daqui uma hora isso, daqui meia hora isso, amanhã cedo, depois de amanhã, daqui a três dias. Vivemos uma apólice do futuro; quer dizer que algo está a nossa frente que nunca pegamos em um presente dolorido que advém de um passado gigantesco.
Vamos dizer que esse presente vamos tratar como presença e vamos notar algo: que essa presença não dói. Sabeis por que essa presença não dói? Porque toda a capacidade que temos de presença lá fora está em fios daquilo que fizemos em esquecimento, daquilo de que nos santificamos e os fios são reinantes e doloridos, então, partimos para a frente, porque dói. Isso quer dizer que os fios doloridos tomam a nossa presença. Quando doem bastante vamos para frente.
Isso é a revelação deste Portal da Vivificação. Isso não quer dizer que ele está no módulo de que alguns comprimidos que colocamos em vossas mãos nesta revelação, que ides tomar lá fora e a presença se notabilizará e acontecerá sem estar doído; poderemos estar em presença e não estar doloridos; lá fora a presença dói, então, escapulimos e vamos escapulir. Quer dizer que todas as ramificações de nossos passos, de nossa estadia têm laços que retiram essa potência, esta integração entre nós e dói, mas se todos vós, todos aqui que estão com passado gigantesco que dói onde a presença nunca existe, existe uma apólice de um tempo futuro repetindo.
Diriam assim: o que retrataria isso para nós quando, depois, algum tempo que já está de um destino, na apólice de um tempo, abrimos um portão e saímos lá fora e somos tomados por tudo isso? De repente o presente dói, de repente estamos no futuro e de repente estamos nos quilos que nós temos, dentro de um consignado de que somos os portadores em nós mesmos, de nossa inteligência, de nosso emocional, do nosso conhecimento, de todas as nossas habilidades e que essas estão separadas, que juntas todas essas trazem uma fragrância e separados tratamos de uma coisa e outra, sempre em separado.
Sabei que lá fora não está no reino do peso específico nem na psique, nem na memória de cada um, está em ramificações imensa por todas as partes e a psique sabe o que fica? Um efeito, é simplesmente um efeito. Como efeito, só há um modo dessa não ser efeito: tendo a revelação da causa. Se existe um efeito de dor emocional coligado a nossa psique, sabei, traduz-se que está em tudo o que tratamos agora e fica o efeito; dizemos que somos nós aquele efeito; somos nós dentro daquele efeito; é um grande engano, já que nós somos em princípio e fundamento, filhos do Criador em manifestação nesta terra. Somos gerados, mantidos, criados, sustentados e toda a inteligência que temos advém disso; não criamos absolutamente nada, simplesmente desenvolvemos habilidades.
Que esta presença efetiva entre nós sem estar dolorida, tenha algo subsequente naturalmente do que é todo o rito sagrado que tratamos todas as vezes em que aqui estiverdes; quando estamos em presença temos um alívio tão grande e um descanso, porque a presença lá fora dói e não conseguimos descansar; vamos correndo para o futuro; para a possibilidade futura que possa dar um alívio, uma corrida sem fim que nunca termina. A presença quer dizer que todos os nossos dons dentro da natureza humana se abraçam, ficamos em presença sem esforços e, mais uma vez, advindo disso um descanso, um silêncio. Dentro deste silêncio, no interior deste silêncio tem um som. Sabeis quem escuta esse som? Será que é o ouvido humano, o tímpano? Este som só existe na presença; de outra forma existem sons do mundo, uma imensidade de sons do mundo.
Antes de continuar nesses ritos, sabei, toda a nossa antiguidade traz dor e se traz dor não conseguimos ficar em presença. Pela décima vez, pela vigésima vez, todos os nossos laços desta vida e de outras vidas são doloridos ou são de boa ventura, de bem-aventurança. Se vier, fomos atacados por bem-aventurança, entramos em presença. Se formos atacados por dor de tantas ramificações, tanto que os nossos olhos ficaram deste tamanho; nós demos o direito por lei de tudo o que está a volta trazer dor; simples. E saímos correndo para o futuro pela vigésima vez.
Que seja esta revelação, porque acontecerá lá fora: saireis correndo para o futuro, porque o presente imediato tem muita dor; a dor de todos os vossos laços, de vossos passos, daquilo que abraçais, daquilo que entendeis que abraçais, daquilo que fizestes o acordo com os nossos semelhantes e colocastes na vida deles e eles estão escravizados dentro disso; e há aqueles que escravizam em dor. Essa dor humana faz um bolo enorme de dor humana; este grande civilizatório faz milhões de produtos para sanar a dor e enveredamos em todos que forem possíveis.
No subsequente desses ritos, quando em descanso, que está junto com a presença, sem nenhuma dor, temos uma gratidão, já que toda essa corrida externa traz um cansaço tão grande, que quando temos um descanso ficamos gratos, como se em um sono comum pudéssemos descansar tanto; acordamos de manhã olhamos para cima e ficamos gratos, vem uma gratidão natural e repletos desse subsequente estamos em oração, sem nenhum esforço; não nos escalpelando, não nos batendo, entramos em oração, então, há aquilo que se diz fé, que tem o elemento que floresce em nós, que tem uma conexão com o Criador, já que somos filhos e sendo filhos, mantidos, gerados e criados, Deus em nós, potência de Deus em nós, isso é oração. Não é um escalpelado, um esfomeado, um com dores subsequentes em todas as partes, de todo o trajeto que entra em oração como miserável: Senhor, tive todas as predileções, tive todos os roteiros, caminhei porque eu quis, me enganei o suficiente; depois, em um estado de miséria e de dor, pedimos ao Senhor Deus Pai todo poderoso que traga um medicamento para essa dor, sendo que o único medicamento é estarmos revelados de que não estamos a esmo neste mundo; que não temos dentro de nós a capacidade e a proeza de uma arrogância inacreditável de sabermos que estamos por nós mesmos. Isso chama-se revelação. Não vem de nós, daquilo que entendemos de nós, vem do alto que se acende em nós, floresce em nós.
Podemos repetir e vamos repetir até mil vezes, isso é tão simples desse tamanhinho, e quando saímos lá fora o entendimento vem e entendemos como quisermos. Como é não entender como quisermos neste reino? É ter a revelação de que ficamos arrogantes.
Quando temos a revelação da nossa arrogância, que pode levar ao engano e que esse pode levar a um prejuízo da potência de Deus em nós, ficamos assim, de sobressalto. Temos um sobressalto e falamos: meu Deus! Isso é legítimo. Quando isso acontece, isso é legítimo, nosso anjo da guarda se aproxima, bate às nossas costas e tem uma voz: Nossa! Estais chegando. Onde estáveis?
Dentro dos enganos e do que se organizou entre uma multiplicidade de enganos, e que alguém possa saber de que esse engano é engano, será o suficiente para terdes uma voz para cada um, totalmente distinta, que diz: me acompanhai. Senão, não há nada por lei divina que possa condicionar-nos a ter em nome de Deus todo poderoso o medicamento onde formos extremamente arrogantes e fizermos o mundo como quisermos.
Toda a mensagem Crística é o contraponto da arrogância: primeiro o Pai, em primeiríssimo lugar o Pai.
No elo disso prosseguiremos e caminharemos neste mundo, seremos justos, simples. Não pisaremos onde não podemos pisar, nem faremos nossos próximos pisarem. Não faremos traçados imensos que trazem muita dor, como se fosse a continuação dos nossos nervos, do nosso corpo por todas as partes.
Finalizando os nossos ritos, sempre que forem pronunciados, quando em oração, quando todo o subsequente junto em oração, temos no direito a algo, sempre teremos, mas em presença, em descanso, em gratidão, em oração e algo em nós abre-se como pétalas e podemos recepcionar o que é de nós propriamente; do vosso santo, de vosso caminho, daquilo que possa elucidar, daquilo que possa ampliar, que possa ter uma voz única, que pegue em vossas mãos e diga: vinde por aqui; que este medicamento seja justo, porque estais recepcionando em atenção e em primeiríssimo lugar o Pai; não o que entendeis da vida, nem de vossos semelhantes, o Pai, a Mãe.
Recepcionai sem esforços; estais recepcionando sem nenhum esforço. Abre-se uma galeria para todos nós de uma boa ventura, uma grande boa ventura; algo em ação, um vivente em ação.
Direis, todos vós, a esta que está se manifestando aqui: qual medicamento tomo lá fora? O medicamento que tomareis lá fora é de que saibais que muitas jornadas estão por um princípio de engano e vão embora. Quando não existe a presença, já que na presença, no presente é possível a dor, é indicado: caminhai pela dor e falai: meu Pai, onde pisei, que está me trazendo dores, que não consigo ficar em presença nem ser grato, nem descansar e nem orar? Esse é o princípio.
O Portal da Vivificação não são comportamentos, é revelação. Além desse corpo, desse metabolismo que está aí nós temos um corpo gigantesco lá atrás, desta vida e de muitas vidas e podemos saber disso pelos efeitos que temos. Se os efeitos são pobres e trazem dor é disso que temos a revelação. Deus Pai todo poderoso alimenta aquilo que é intermediário para nós dentro da lei; de outra forma estaria santificada toda esta terra, todos os infernos, todas as maledicências, todos os calabouços e todos os hospitais.
Quando retornarmos aqui, todos aqueles que estão indicados a estar à frente estejam em presença. Caminhai em presença, postai-vos como quiserdes onde estiverdes, saí devagar e ides notar que esta retenção vai indo embora, desaparecendo e os fios de dor vêm, pegam-vos pela espinha e vamos falar: daqui a uma hora haverá algo muito espetacular. Revelação, filhos e irmãos, permanente e constante. Se tudo aquilo que possivelmente está dentro de nós quiser uma solução e essa solução estiver no engano, a solução também será um engano.
Que assim seja. Bem-vindos todos vós. Alimentai-vos disso e, mais uma vez, adiantamos: não estamos aqui na prodigalidade da caridade de seres excelsos e grandes, alimentando aquilo que está miserável em vós, estamos aqui para dizer que quando estamos orando não há menor ou maior; só quando estamos em enganos há o maior e o menor.
Madre Paulina.
